- Londres ativou o protocolo de tempo severo para moradores de rua, abrindo alojamento de emergência para oferecer cama quente durante a noite.
- As temperaturas devem cair a -2C, com sensação térmica de até -6C, aumentando os riscos para quem vive na rua.
- Espaços quentes reabrem em bibliotecas, igrejas e espaços comunitários para atividade diurna com bebidas quentes e abrigo temporário.
- Dados do último inverno mostram mais de 2 mil pessoas abrigadas pelo SWEP e mais de 13 mil pessoas em situação de rua observadas entre 2024 e 2025 na base CHAIN.
- Autoridades pedem apoio via StreetLink e TAP London, além da expansão do serviço Floating Hub em até 17 pontos em Londres para atender necessidades contínuas.
Rough sleepers de Londres terão ajuda extra com o frio. O protocolo de tempo seco extremo (SWEP) foi acionado, abrindo alojamentos de emergência para uma cama noturna aquecida. A medida busca evitar mortes entre quem vive nas ruas diante de temperaturas abaixo de zero. O prefeito Sadiq Khan alertou para os riscos do frio. A administração municipal coopera com conselhos locais para ampliar o alcance dos moradores em situação de rua.
A Prefeitura de Londres informou que as equipes de assistência vão trabalhar com os conselhos para atender o maior número possível de pessoas sob condições subatmosféricas. O Met Office antecipa queda de temperatura para -2C, com sensação térmica de -6C, entre sábado e domingo.
Espaços quentes abertos ao público
Centros de acolhimento diurnos reabrem em bibliotecas, igrejas e espaços comunitários, oferecendo água quente, refeições e abrigo temporário. Em Hackney, a gerente de bibliotecas Catherine de Abaitua destacou o aumento da demanda por agasalhos, lembrando a necessidade de casacos, toucas, cachecóis e luvas.
Segundo dados da Greater London Authority, mais de 2.000 pessoas foram acomodadas no último inverno durante as ativação do SWEP. Além disso, a contagem CHAIN de 2024/25 apontou mais de 13.000 pessoas em situação de rua assistidas por profissionais de rua, recorde histórico.
Apoio contínuo e campanhas de arrecadação
O prefeito pediu que moradores conectem quem dorme nas ruas aos serviços de apoio locais por meio do StreetLink. Também incentivou doações para a TAP London, organização voluntária ligada à GLA, para ampliar o atendimento aos sem-teto. Em dezembro, City Hall lançou o Floating Hub, com atuação em até 17 pontos da capital, para assistências de longo prazo.
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