- Oficial dos Estados Unidos afirmou que Nicolás Maduro foi capturado por tropas especiais de elite, em operação conjunta com a Polícia dos EUA.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou ataque militar na Venezuela e afirmou que Maduro e sua esposa foram capturados e retirados do território venezuelano.
- Explosões e fumaça preta foram registradas em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira por volta de três da manhã (horário de Brasília); a Federal Aviation Administration proibiu voos norte‑americanos no espaço aéreo venezuelano.
- O governo venezuelano decretou emergência nacional e acionou planos de defesa.
- Colômbia e Cuba condemned a intervenção, enquanto o Pentágono já tinha reforçado o contingente militar no Caribe nos meses anteriores.
Um oficial dos Estados Unidos afirmou neste sábado que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado por tropas de forças especiais de elite dos EUA. A informação chega após confirmação do presidente norte-americano, Donald Trump, de ataque militar na Venezuela. Maduro e sua esposa teriam sido retirados do território venezuelano em operação conjunta com a Polícia dos EUA.
Trump afirmou ter autorizado a ofensiva em larga escala na Venezuela. Segundo ele, Maduro foi capturado e removido do país em operação coordenada entre as forças armadas dos EUA e a polícia federal. O governo venezuelano não forneceu detalhes sobre a operação.
Explosões e fumaça preta foram registradas em Caracas e em Miranda, Aragua e La Guaira por volta das 3h, no horário de Brasília. A FAA anunciou a proibição de voos americanos no espaço aéreo venezuelano por motivos de segurança.
O governo venezuelano decretou emergência nacional e acionou planos de defesa. Países vizinhos reagiram de maneiras distintas: Colômbia e Cuba condenaram a intervenção, enquanto o Pentágono reforçou o contingente militar no Caribe nos meses recentes.
Reação regional e contexto
A operação desencadeou questionamentos sobre legitimidade, impactos humanitários e estabilidade regional. Autoridades venezuelanas afirmaram que ações estão sendo analisadas e que a defesa do território permanece ativa. Delegações diplomáticas buscam informações oficiais.
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