- Governo Lula convoca reunião de emergência no Palácio Itamaraty, em Brasília, para tratar do ataque dos Estados Unidos à Venezuela; participação de ministros ainda não confirmada.
- Donald Trump afirmou, em rede social, ter atacado a Venezuela e capturado Nicolás Maduro (com a esposa) em operação de “grande escala”.
- Lula já havia criticado a crise entre EUA e Venezuela, dizendo que intervenção armada seria catástrofe humanitária e precedente perigoso; discurso feito na Cúpula do Mercosul.
- A notícia ocorre num contexto de pressão militar e econômica dos EUA sobre Maduro, com a economia venezuelana fortemente dependente do petróleo.
- A reunião está marcada para este sábado 3, sem confirmação de quais ministros vão participar.
O governo brasileiro vai realizar uma reunião de emergência no Itamaraty neste sábado para discutir o anúncio de ataque feito pelos Estados Unidos à Venezuela. A reunião busca avaliar impactos regionais e a resposta diplomática.
Lula já criticou a crise entre EUA e Venezuela, destacando que a presença militar extrarregional representa risco de catástrofe humanitária. O tema foi citado na Cúpula do Mercosul, em Foz do Iguaçu.
Segundo informações, Donald Trump informou ter atacado a Venezuela e afirmado a captura do presidente Nicolás Maduro. O relato foi veiculado por meio de uma rede social institucional, sem confirmação independente.
O episódio ocorre em meio a meses de pressão econômica e militar dos EUA sobre o regime venezuelano, que depende fortemente da exportação de petróleo. A situação tem gerado preocupação sobre impactos humanitários e desdobramentos regionais.
Contexto regional
A intervenção anunciada por Trump代 levanta questões sobre segurança regional e o direito internacional, tema já presente no discurso brasileiro durante a cúpula diplomática.
O governo brasileiro continuará acompanhando a evolução dos fatos e pretende manter canais diplomáticos abertos para esclarecer a situação e buscar medidas conjuntas com parceiros da região.
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