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Irã condena ataque dos EUA à Venezuela

Irã condena ataque dos EUA à Venezuela como violação de soberania e solicita ação do Conselho de Segurança da ONU para responsabilizar os culpados

Brasília (DF), 29/05/2023 - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante declaração à imprensa após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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  • O Ministério das Relações Exteriores do Irã condenou o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela, chamando-o de violação de soberania nacional e integridade territorial.
  • O Irã pediu ao Conselho de Segurança da ONU que aja para interromper a agressão e responsabilize os culpados.
  • Os EUA atacaram a Venezuela na noite de sexta para sábado e disseram ter capturado o presidente Nicolás Maduro.
  • Washington acusa Maduro de comandar um “narcoestado” e de fraudar as eleições; Maduro afirma que os EUA querem tomar as reservas de petróleo venezuelanas.
  • A produção e o refino da PDVSA ocorreram normalmente no sábado, e as instalações mais importantes não sofreram danos conforme avaliação inicial.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã condenou o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela, considerado uma violação de soberania nacional e integridade territorial. A manifestação foi publicada em comunicado online.

O Irã, aliado da Venezuela, pediu ao Conselho de Segurança da ONU que intervenha para interromper a agressão ilegal e responsabilize os culpados.

Segundo informações divulgadas, os EUA realizaram o ataque na noite de 2 para 3 e afirmam que o presidente Nicolás Maduro foi capturado. A declaração chegou ao público pelo governo norte-americano.

As autoridades norte-americanas acusam Maduro de chefiar um narcoestado e de fraudar as eleições do ano anterior. A oposição veiculou a afirmação de vitória expressiva nas urnas.

Maduro, no poder desde 2013, sustenta que Washington busca tomar o controle das reservas de petróleo venezuelanas, apontando para interesses petrolíferos como motivação do ataque.

A produção e o refino de petróleo da PDVSA, estatal venezuelana, teriam seguido operando normalmente após o ataque, segundo avaliações iniciais de fontes envolvidas nas operações.

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