- Nicolás Maduro desembarcou no Aeroporto Stewart, no Vale do Hudson, a cerca de 95 quilômetros de Nova York, cercado por dezenas de agentes federais.
- Maduro e a esposa, Cília Flores, foram capturados em Caracas por forças especiais norte‑americanas em uma operação conduzida há mais de 16 horas.
- Eles devem ser deslocados de helicóptero até Manhattan, para audiência/encaminhamento a presídios, conforme autoridades.
- Ambos serão processados por tráfico internacional de drogas; a acusação não teve provas públicas apresentadas ainda pelos EUA.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o governo americano vai administrar a Venezuela até a transição de poder, com possibilidade de diálogo com a vice‑presidente Delcy Rodríguez.
Maduro foi capturado em Caracas por forças especiais norte-americanas, em operação que já gerava controvérsia internacional sobre o futuro político da Venezuela. A detenção ocorreu antes do desembarque no exterior.
O presidente venezuelano Nicolás Maduro chegou a Stewart, no Vale do Hudson, próximo a Nova York, cercado por dezenas de agentes federais. A esposa, Cília Flores, o acompanhou a bordo da aeronave.
Aparelhado com monitoramento intenso, Maduro seguiu de helicóptero para Manhattan, onde deverá ser encaminhado à sede da DEA e, em seguida, a presídios americanos. A acusação é de tráfico internacional de drogas.
Desembarque e escolta
Imagens de TV mostraram o líder com moletom e capuz, com algemas aparentes, tentanto descer as escadas com dificuldade. A operação envolveu FBI e DEA, segundo relato de veículos de imprensa.
A expectativa é de que a dupla passe por avaliação inicial na DEA, antes de cumprir medidas de detenção. Detalhes sobre provas apresentadas não foram tornados públicos até o momento.
Contexto político e próximos passos
Donald Trump afirmou, em coletiva, que o governo dos EUA assumiria a administração do país até uma transição ser concluída. A declaração gerou reação internacional e ainda não teve confirmação formal de outras autoridades.
Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela, negou subordinação aos EUA e sinalizou disposição de dialogar. O cenário político venezuelano permanece incerto diante da intervenção.
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