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Reino Unido não envolvido no ataque dos EUA à Venezuela, afirma Starmer

Starmer afirma que o Reino Unido não participou da operação dos EUA na Venezuela; governo apoia 500 britânicos em Caracas e aguarda detalhes de Trump

A firefighter surveys the burnt-out wreckage of a military vehicle at La Carlota air base in Caracas on 3 January after US forces attacked.
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  • Sir Keir Starmer afirmou que o Reino Unido não participou da operação dos EUA na Venezuela, que resultou na suposta captura de Nicolás Maduro e de sua esposa e em ataques aéreos em Caracas.
  • Starmer disse que o país está buscando estabelecer os fatos e que está em contato próximo com a embaixada britânica em Caracas para apoiar os 500 britânicos no país.
  • Trump realizou uma conferência de imprensa, e ainda faltam detalhes oficiais sobre a operação, segundo o premiê.
  • Líderes da oposição e de outros partidos questionaram a legalidade e os impactos regionais: Ed Davey, Zack Polanski e Nigel Farage criticaram a ação.
  • O governo britânico coordena apoio aos cidadãos britânicos em Caracas enquanto aguardam novas informações.

Sir Keir Starmer afirmou, pela primeira vez, que o Reino Unido não participou da operação conduzida pelos EUA na Venezuela. A ofensiva, que envolve ataques a Caracas e a suposta captura de Nicolás Maduro, foi anunciada durante a imprensa internacional.

Segundo o premiê, o governo está em contato com a embaixada britânica em Caracas para apoiar os cerca de 500 britânicos presentes no país. A declaração ocorre em meio a muita expectativa sobre os próximos desdobramentos e ainda sem confirmação de detalhes.

A bancada britânica acompanha a situação e aguarda novas informações. A fala de Starmer ocorreu após a divulgação de relatos de um ataque by forças especiais norte-americanas e a queda de radares em Caracas, ainda sem versões oficiais completas.

Reações políticas

  • Ed Davey, líder do Liberal Democrats, criticou a ação como potencialmente ilegal e pediu esclarecimentos formais ao governo, enfatizando impactos regionais.
  • Zack Polanski, líder da Green Party, pediu que o Reino Unido reforce a cooperação com aliados e que as autoridades apresentem fundamentos legais.
  • Nigel Farage, líder Reform UK, qualificou a operação como pouco ortodoxa e chamou a atenção para possíveis consequências internacionais, destacando o papel de potenciais retaliações.

A pauta também envolve debates sobre a validade internacional da ação e seus efeitos sobre a segurança regional, com a oposição cobrando transparência. O governo continua a acompanhar os acontecimentos e a manter assistência aos cidadãos no país.

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