- Sir Keir Starmer afirmou que o Reino Unido não participou da operação dos EUA na Venezuela, que resultou na suposta captura de Nicolás Maduro e de sua esposa e em ataques aéreos em Caracas.
- Starmer disse que o país está buscando estabelecer os fatos e que está em contato próximo com a embaixada britânica em Caracas para apoiar os 500 britânicos no país.
- Trump realizou uma conferência de imprensa, e ainda faltam detalhes oficiais sobre a operação, segundo o premiê.
- Líderes da oposição e de outros partidos questionaram a legalidade e os impactos regionais: Ed Davey, Zack Polanski e Nigel Farage criticaram a ação.
- O governo britânico coordena apoio aos cidadãos britânicos em Caracas enquanto aguardam novas informações.
Sir Keir Starmer afirmou, pela primeira vez, que o Reino Unido não participou da operação conduzida pelos EUA na Venezuela. A ofensiva, que envolve ataques a Caracas e a suposta captura de Nicolás Maduro, foi anunciada durante a imprensa internacional.
Segundo o premiê, o governo está em contato com a embaixada britânica em Caracas para apoiar os cerca de 500 britânicos presentes no país. A declaração ocorre em meio a muita expectativa sobre os próximos desdobramentos e ainda sem confirmação de detalhes.
A bancada britânica acompanha a situação e aguarda novas informações. A fala de Starmer ocorreu após a divulgação de relatos de um ataque by forças especiais norte-americanas e a queda de radares em Caracas, ainda sem versões oficiais completas.
Reações políticas
- Ed Davey, líder do Liberal Democrats, criticou a ação como potencialmente ilegal e pediu esclarecimentos formais ao governo, enfatizando impactos regionais.
- Zack Polanski, líder da Green Party, pediu que o Reino Unido reforce a cooperação com aliados e que as autoridades apresentem fundamentos legais.
- Nigel Farage, líder Reform UK, qualificou a operação como pouco ortodoxa e chamou a atenção para possíveis consequências internacionais, destacando o papel de potenciais retaliações.
A pauta também envolve debates sobre a validade internacional da ação e seus efeitos sobre a segurança regional, com a oposição cobrando transparência. O governo continua a acompanhar os acontecimentos e a manter assistência aos cidadãos no país.
Entre na conversa da comunidade