- O ministro do Interior, Diosdado Cabello, lançou um vídeo pela manhã cercado por militares, pedindo calma ao povo venezuelano após o ataque dos EUA.
- Cabello afirmou que o país está em calma e que houve uma vitória parcial dos Estados Unidos, ressaltando que o povo sabe o que fazer.
- A vice-presidente Delcy Rodríguez pediu aos EUA que apresentem prova de vida de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
- Cabello disse que os bombardeios atingiram áreas civis e classificou o ataque como criminoso e covarde, cobrando posicionamento de organizações internacionais.
- O texto lembra que os EUA acusam Maduro de liderar um suposto cartel, sem provas, e que Washington ofereceu recompensa de US$ 50 milhões por informações que levem à prisão de Maduro.
O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, publicou um vídeo ao amanhecer cercado por militares, pedindo calma ao povo. Ele é considerado o segundo nome mais influente do chavismo, atrás de Nicolás Maduro.
No material, Cabello afirma que o país deve confiar na liderança política e militar diante do que chama de ataque inimigo. O vídeo foi produzido após o ataque dos EUA e do alegado sequestro de Maduro por forças americanas.
A vice-presidente Delcy Rodríguez pediu que os EUA apresentem provas de vida de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Cabello disse que os bombardeios atingiram civis e que o país sabe o que fazer.
Ele classificou a ação como criminoso e covarde, assegurando que a Venezuela permanece em calma. Afirmou que o governo Trump obteve uma vitória parcial e que o país não se dobrará ao ataque.
Desdobramentos
Diante da intervenção, especialistas destacam que a ação dos EUA representa uma escalada nas tensões na região. A narrativa oficial aponta para uma operação de alta estratégia para conter adversários globais.
O governo norte-americano chegou a acusar Maduro de liderar um suposto cartel denominado De Los Soles, sem apresentar provas. Críticos questionam a existência desse cartel e o papel das informações fornecidas.
A repercussão internacional envolve chamadas por transparência, provas e resposta de organizações internacionais. Analistas observam impactos sobre o comércio, petróleo e relações diplomáticas da Venezuela.
Os EUA teriam oferecido uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro. Críticos avaliam a medida como parte de uma estratégia geopolítica mais ampla na região.
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