- Em 2026, explosões são registradas em vários pontos de Caracas, e Trump anuncia a captura de Nicolás Maduro, sinalizando nova fase de intervenção.
- A atuação dos EUA contra a Venezuela, nos meses anteriores, incluiu flotilhas no Caribe, mais de dois mil soldados e ataques a supostas narcolanchas, sob justificativa de combater o narcotráfico.
- O uso da força passou por diferentes justificativas: combate ao narcotráfico, depois pressão por mudanças de regime, com avanços como ações terrestres clandestinas e interceptação de navios petrolíferos.
- Em dezembro, o presidente autorizou o bloqueio total de petroleiros sancionados que entram ou saem da Venezuela, alegando que o regime usa o petróleo para financiar o narcoterrorismo.
- O novo capítulo, com a captura anunciada de Maduro, abre incertezas sobre o futuro político da Venezuela e reacende o debate sobre a intervenção externa.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a captura de Nicolás Maduro, em meio a uma série de explosões ocorridas em Caracas, Venezuela, em 2026. O aviso chega num momento de intensificação dos ataques e de presença militar americana na região, sem confirmação independente até o momento.
Ao longo de 2025, a estratégia norte-americana contra o governo venezuelano ampliou-se para além de ameaças, com envio de flotilhas, milhares de soldados e ações contra supostas narcolanchas. A mudança de tom ganhou foco em petróleo e controle regional.
As explosões em Caracas marcam uma escalada recente, associada à nova fase de intervenção. Trump declarou a captura de Maduro, o que abre incertezas sobre o futuro político venezuelano e potencia questionamentos sobre legalidade e impacto humanitário na região.
Novo desdobramento no Caribe
As ações dos EUA foram acompanhadas de exercícios de força, bloqueios e ataques a instalações portuárias venezuelanas. Observadores destacam que o petróleo tem sido um elemento central na justificação de medidas e pressões ao regime chavista.
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