- UNE publicou um texto que acusa os EUA de ter “sequestrado” Nicolás Maduro e Cilia Flores, dizendo que a ação viola o direito internacional e a soberania venezuelana.
- A nota menciona danos às estruturas venezuelanas e, ainda não confirmado, assassinato de civis no país.
- A UNE afirma que, em dezembro, já havia denunciado que os objetivos dos EUA não seriam combater o narcotráfico, mas exercer controle imperialista sobre a América Latina.
- Diz que a Venezuela é alvo por razões econômicas e estratégicas, destacando suas grandes reservas de petróleo e relevância para multinacionais e o capital financeiro internacional.
- A entidade convoca mobilização política no Brasil e na região, pedindo que o Brasil denuncie a agressão em fóruns globais e convoque movimentos sociais para uma agenda de mobilização.
A União Nacional dos Estudantes (UNE) divulgou neste sábado um texto acusando o governo dos EUA de sequestrar Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores. A nota afirma que a ação ocorrida na madrugada viola o direito internacional, a Carta das Nações Unidas e a soberania venezuelana.
Segundo a UNE, houve danos às estruturas venezuelanas e a morte de civis, ainda não confirmada. A entidade diz ter denunciado, em dezembro, que os objetivos de Washington vão além do combate ao narcotráfico, envolvendo controle imperialista sobre a região.
A nota aponta que a Venezuela seria alvo por questões econômicas e estratégicas, citando as grandes reservas de petróleo do país e o papel estratégico para interesses de multinacionais e do capital financeiro internacional. A UNE afirma apoiar o povo venezuelano e seu direito à autodeterminação.
Em tom crítico, a UNE descreve a agressão como ataque criminoso e terrorista e afirma solidariedade ao povo venezuelano. A entidade convoca o Brasil a denunciar a ação nos fóruns globais e alerta para uma mobilização de movimentos sociais no Brasil.
Contexto e desdobramentos
A UNE sustenta que a ação representa um ataque à América Latina como um todo e reforça a necessidade de resistência democrática na região. A nota também conclama organizações sociais brasileiras a se engajarem em uma agenda de mobilização.
A unrepeatedação dos fatos ainda carece de confirmação oficial. Até a publicação deste texto, não houve confirmação independente sobre a captura ou sobre danos específicos em território venezuelano. A UNE mantém o tom crítico e político da denúncia.
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