- O governo da Venezuela denunciou aos meios internacionais uma agressão militar dos Estados Unidos contra o país, classificada como tentativa de guerra colonial para tomar petróleo e minerais.
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- Foram atingidas Caracas e os estados Miranda, Aragua e La Guaira; a diplomacia venezuelana vai apresentar as denúncias ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, ao secretário-geral e a blocos regionais, como CELAC e MNOAL.
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- A Venezuela afirmou que, conforme o Artigo 51 da Carta das Nações Unidas, reserva-se o direito de exercer legítima defesa para proteger seu povo, território e independência.
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- O governo convocou a população e as forças políticas e sociais a ativar planos de mobilização, com a Força Armada Nacional Bolivariana em atuação para defender soberania e paz.
- O comunicado traz um histórico de resistência do país a intervenções externas, destacando o objetivo de manter a independência frente a pressões externas.
O governo da Venezuela denunciou, neste sábado, uma agressão militar dos Estados Unidos contra seu território e população. A nota oficial descreve o ato como uma tentativa de impor uma guerra colonial para tomar petróleo e minerais venezuelanos. A República afirmou que a agressão viola a Carta da ONU.
Conforme o comunicado, alvos civis e militares teriam sido atingidos em Caracas e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira. A diplomacia bolivariana informou que apresentará denúncias ao Conselho de Segurança da ONU, ao secretário-geral e a blocos regionais para exigir condenação e responsabilização.
A Venezuela afirma que utiliza o Artigo 51 para justificar legítima defesa e a proteção de seu povo, território e independência. Também foi convocada a mobilização de forças sociais, políticas, da população e da Força Armada Nacional Bolivariana.
Soberania e petróleo
Segundo o governo, o objetivo do ataque seria capturar recursos estratégicos, especialmente petróleo e minerais. O texto ressalta a resistência do país à interferência externa após mais de duzentos anos de independência. A mensagem cita ainda a defesa da soberania frente a tentativas de mudança de regime.
O comunicado faz menção a episódios históricos de enfrentamento a potências estrangeiras, reforçando a narrativa de soberania. A mensagem conclui com uma chamada à unidade do povo venezuelano diante do que classifica como agressão imperialista.
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