- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou ataques militares na Venezuela neste sábado, três.
- O comunicado atribuído a Nicolás Maduro, lido pela TV estatal, afirma que houve agressão militar em Caracas e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira, violando a Carta das Nações Unidas.
- A nota venezuelana diz que o ataque busca confiscar recursos estratégicos, especialmente petróleo e minerais, para submeter a independência da Venezuela.
- Autoridades americanas afirmam que Maduro foi capturado por forças especiais dos Estados Unidos, conforme reportado pela imprensa.
- O texto destaca risco à paz e à estabilidade internacionais, faz um chamado à unidade nacional e à mobilização do povo venezuelano.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter ordenado ataques militares na Venezuela neste sábado, 3. Segundo Trump, as ações foram realizadas no território venezuelano e envolveram forças dos EUA. Ele também alegou que o ditador Nicolás Maduro foi capturado e removido do país.
A tensão entre Washington e Caracas vem aumentando nos últimos meses, com movimentação militar no Caribe segundo o governo americano. Não há confirmação independente sobre as afirmações de Trump ou sobre a captura de Maduro.
Comunicado da Venezuela
A versão lida pela TV estatal venezuelana foi atribuída a Nicolas Maduro e aponta uma rejeição veemente aos ataques. O texto afirma que a agressão viola a Carta das Nações Unidas e coloca a vida de milhões de civis em risco.
Segundo o comunicado, áreas civis e militares de Caracas e dos estados Miranda, Aragua e La Guaira teriam sido atingidas. O governo venezuelano sustenta que o ataque busca confiscar recursos estratégicos, como petróleo, e romper a soberania nacional.
Políticos e autoridades venezuelanas já apresentaram apelos por unidade nacional e impedir desdobramentos que agravem a crise. A veracidade de autoridades internacionais sobre os eventos ainda não foi verificada de forma independente.
Fontes externas indicam que a notícia circula com versões conflitantes, com relatos dos EUA sobre prisões e ataques, enquanto Kyiv, Paris e outras capitais não confirmam oficialmente as ações. O desenrolar dos acontecimentos segue indefinido.
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