- Nesta terça-feira, três de março, a Câmara dos Estados Unidos deve votar o fim da paralisação orçamentária.
- O Senado aprovou cinco projetos de finanças públicas para manter o funcionamento do governo até setembro.
- Para o Departamento de Segurança Interna, o orçamento prevê prazo de duas semanas, obrigando democratas e republicanos a negociar.
- O presidente da Câmara, Mike Johnson, disse que a votação seria uma formalidade, mas enfrenta oposição da ala conservadora.
- Os democratas condicionam o desbloqueio a reformas no DHS, como uso de câmeras corporais, proibição de balaclavas e ordens judiciais para detenções.
A Câmara dos Estados Unidos deve votar nesta terça-feira 3 um projeto para encerrar a paralisação orçamentária. O Congresso está trabalhando para desbloquear os recursos após o impasse causado pela oposição dos democratas ao financiamento de serviços de migração. A votação no plenário deve ocorrer após o aval do Comitê de Supervisão.
O Congresso aprovou no Senado um pacote de finanças públicas que permite manter o funcionamento do governo por prazo imediato. A decisão ocorre em meio a tensões entre democratas e republicanos, com o DHS em foco devido às mudanças exigidas pelos democratas.
Donald Trump pediu ao Congresso que aprove a legislação sem demora, em tom de urgência. O presidente insistiu em manter o texto sem alterações, tornando a sessão de votação um teste de apoio entre os partidos.
O bloqueio atual envolve a recusa de parte dos democratas em financiar serviços de imigração, especialmente após incidentes envolvendo agentes federais do ICE na cidade de Minneapolis. Mortes ligadas à atuação policial intensificaram as negociações.
Reformas propostas pelos democratas incluem câmeras corporais para agentes, proibição de uso de balaclavas e ordens judiciais para detenções. Os republicanos aceitam câmeras, mas são cautelosos com medidas que envolvam a identificação de agentes.
No Senado, a expectativa é de que o acordo permita manter grande parte do funcionamento do governo até setembro. Contudo, a Câmara precisa aprovar o texto final, o que dependerá de negociações entre as lideranças e partidos.
O presidente da Câmara, Mike Johnson, destacou que a votação será uma formalidade, mas enfrenta resistência de parte de sua base conservadora. A-única saída é obter apoio suficiente para enviar o texto ao gabinete presidencial.
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