- Steve Reed defende Keir Starmer e afirma que Morgan McSweeney está seguro no cargo, após críticas ao governo sobre o caso Mandelson.
- Reed disse à Sky News que Peter Mandelson “conduziu mentiras, manipulação e engano” a respeito de sua relação com Jeffrey Epstein.
- O premiê e Mandelson foram alvo de fortes críticas no Parlamento, com deputados pedindo a divulgação de documentos sobre a nomeação de Mandelson como embaixador dos EUA em 2024.
- A liberação desses documentos, possivelmente atrasada por uma investigação policial, pode provocar um desafio de liderança dentro do Partido Trabalhista.
- Comentários destacaram o impacto da crise na confiança dentro do partido, especialmente entre os deputados mais fiéis ao líder.
O ministro da Habitação defendeu Keir Starmer e Morgan McSweeney, afirmando que ambos permanecem em seus cargos após críticas na Câmara. Steve Reed disse à BBC Breakfast que a posição de Starmer é segura, mesmo com o escândalo envolvendo Peter Mandelson.
Reed confirmou, em entrevista à Sky News, que McSweeney continua no cargo, apesar de ser visto por vários deputados trabalhistas como responsável pela defesa de Mandelson na nomeação como embaixador britânico nos EUA em 2024. O apoio público ocorreu após embates no plenário.
O episódio envolve Mandelson, o ex-ministro e aliado próximo de Starmer, cuja relação com o condenado abusador Jeffrey Epstein é alvo de escrutínio. Reed afirmou que Mandelson mentiu e manipou informações, mas destacou a decisão do premiê de afastá-lo de forma célere, quando soube dos problemas.
Desdobramentos na bancada
Após críticas acirradas na Câmara, parlamentares trabalhistas sinalizaram que a segurança de Starmer pode depender de novas informações. A divulgação de documentos sobre a nomeação de Mandelson pode enfrentar entraves em razão de investigações policiais em curso.
Um ex-ministro descreveu o momento como particularmente difícil para o partido, enquanto outros deputados indicaram que a confiança no líder é volátil. A tensão interna aumentou entre parlamentares leais ao governo e membros que exigem respostas mais diretas.
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