- O Papa Leo discursou durante a missa de Cinzas, abrindo a quaresma para os cristãos do mundo, na Basílica de Santa Sabina, em Roma.
- Lamentou um mundo “em chamas” por guerras e pela destruição do meio ambiente.
- As cinzas, disse, podem simbolizar o peso de um mundo em chamas, cidades inteiras destruídas pela guerra, a cinza do direito internacional e da justiça entre povos e a de ecossistemas inteiros.
- O pontífice afirmou que é fácil se sentir impotente diante de um mundo em chamas e ressaltou o papel da quaresma como tempo de penitência.
- Leo, eleito líder da Igreja Católica em maio para suceder o falecido Papa Francisco, não citou um conflito específico em seus comentários; o rito ocorreu após orações em uma igreja próxima e uma procissão de cardeais e bispos.
O Papa Leo conduziu uma missa de Cinzas no Vaticano, em 18 de fevereiro, abrindo a Quaresma para cristãos no mundo. O pontífice falou sobre um cenário mundial em chamas causado por guerras e degradação ambiental, destacando o peso desse contexto durante o rito.
Antes de aspergir as cinzas, símbolo da mortalidade, ele refletiu que esse símbolo pode representar a gravidade de cidades destruídas pela guerra e a erosão de leis e justiça entre povos, bem como o colapso de ecossistemas.
A Quaresma, período de 40 dias de penitência que leva à Páscoa, foi mencionada como tempo de jejum, caridade aos necessitados e reflexão sobre a mortalidade. Leo não citou conflitos específicos em seu discurso.
O evento ocorreu na Basílica de Santa Sabina, no Monte Aventino, em Roma, após orações em uma igreja próxima e uma procissão de cardeais e bispos. O Papa é o líder da Igreja de cerca de 1,4 bilhão de fiéis.
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