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Papa recusa convite para Conselho de Paz

Papa Francisco recusa convite de Trump ao Conselho de Paz da ONU, reafirmando apoio ao trabalho da organização e prioridades pastorais do Vaticano

Papa Leão XIV rejeita convite de Trump para participar do Conselho de Paz
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  • O Papa Francisco recusou o convite de Donald Trump para integrar o Conselho de Paz da ONU, conforme divulgado pelo Vaticano nesta quarta-feira (19).
  • Em carta ao secretário-geral da ONU, António Guterres, o Papa agradeceu o convite, mas explicou que não poderia aceitar por motivos de agenda e de prioridades pastorais.
  • O Vaticano reiterou o apoio às ações da Organização das Nações Unidas e a disposição de colaborar com os esforços internacionais pela paz.
  • O texto ressalta a importância de fortalecer mecanismos multilaterais e promover o diálogo entre as nações em meio a uma crise global.
  • Mesmo sem participar, o Vaticano continuará promovendo a paz por meio de suas ações e palavras, mantendo o compromisso com a justiça social e a dignidade de todos os povos.

O Papa Francisco recusou o convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para integrar o Conselho de Paz da ONU. A decisão foi comunicada pelo Vaticano na quarta-feira, 19, como parte do compromisso do Vaticano com a ONU e o diálogo internacional.

Em carta ao secretário-geral Antonio Guterres, o Pontífice agradece a consideração, mas aponta motivos de agenda e prioridades pastorais que impedem a participação. O Vaticano afirma, porém, que há apoio às ações da ONU e disposição de colaborar.

A nota oficial reforça a importância de fortalecer mecanismos multilaterais e promover o diálogo entre nações, em meio a crises globais. O Vaticano diz manter o compromisso com a paz, a justiça social e a dignidade de todos os povos.

O Conselho de Paz da ONU visa a resolução pacífica de conflitos e a cooperação internacional em segurança. A presença do Papa seria vista como impulso ao diálogo entre culturas, segundo a instituição.

Apesar da recusa, o Vaticano continuará a promover a paz por meio de ações e palavras, com foco no diálogo inter-religioso e na solidariedade entre os povos. O posicionamento não altera o apoio às Nações Unidas.

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