Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Hugo Motta anuncia votação do acordo Mercosul-UE após tarifas de Trump

Tarifas globais impostas por Trump aceleram pauta da Câmara: votação do acordo Mercosul-UE é marcada para a próxima semana, com Marcos Pereira como relator

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, anunciou que a votação para ratificar o acordo Mercosul‑UE ocorrerá na próxima semana.
  • Motta disse que a pauta busca trazer previsibilidade às relações comerciais, em razão das tarifas globais anunciadas por Donald Trump, que passaram de 10% para 15%.
  • O relator do texto será o deputado Marcos Pereira.
  • O acordo, assinado em janeiro, precisa ser ratificado pelos países do Mercosul e da União Europeia para entrar em vigor.
  • A implementação enfrenta resistência de alguns países europeus, especialmente a França.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou neste sábado 21 que a votação para ratificar o acordo entre o Mercosul e a União Europeia será pautada na próxima semana. A medida visa buscar previsibilidade nas relações comerciais diante das novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos.

Motta informou que Marcos Pereira (Republicanos-SP) será o relator do texto. O deputado já atuou como ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e participou da construção do tratado que tem sido aguardado por 26 anos.

As tarifas globais anunciadas por Donald Trump na sexta-feira impactaram o cenário econômico internacional. A medida foi ampliada neste sábado de 10% para 15%, segundo as informações divulgadas pela imprensa.

O acordo entre UE e Mercosul é visto como uma estratégia para ampliar o comércio entre a América do Sul e a Europa e para blindar as economias sul-americanas de pressões externas. O tratado foi assinado em janeiro, mas ainda depende de ratificação pelos países dos dois blocos.

No cenário europeu, o acordo encontra resistência de alguns países, especialmente a França, que questiona aspectos relacionados a interesses estratégicos e a questões regulatórias. O texto precisa de aprovação de todos os membros para entrar em vigor.

A necessidade de ratificação ocorre mesmo com o esforço brasileiro de defender o pacto como instrumento para aumentar exportações e atrair investimentos. O caminho, porém, envolve negociações adicionais com países membros para superar entraves políticos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais