- O ex-príncipe Andrew foi removido do Royal Lodge, em Windsor, e mudou para a Sandringham Estate no início deste mês.
- Uma fonte afirmou ao Sun que ele se recusou a deixar e repetiu várias vezes que “sou o filho da rainha” para justificar a sua permanência.
- O episódio ocorre em meio a vínculos dele com Jeffrey Epstein e a uma investigação por possível conduta no serviço público; Andrew já havia sido preso recentemente.
- Imagens mostram Andrew saindo do Royal Lodge sob escolta policial e deixando o local com expressões de apreensão.
- O rei Charles III, irmão de Andrew, disse que o processo deve seguir seu curso legal, com total cooperação da família.
Andrew Mountbatten-Windsor, ex-príncipe, foi retirado do Royal Lodge, em Windsor, e transferido para a Sandringham Estate neste mês. A mudança ocorreu após o surgimento de ligações com Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais.
Segundo fontes, o ex-príncipe resistiu à saída e se mostrou preocupado com o destino de sua residência de 30 cômodos. Um informante descreveu o episódio como uma recusa de assumir responsabilidades.
A movimentação acontece após Andrew, já sem títulos reais desde 2025, ter sido preso sob suspeita de má conduta em cargo público, relacionada a supostos documentos comerciais compartilhados com Epstein. O caso atraiu atenção do atual rei, Charles III, que afirmou acompanhar o processo com seriedade.
Charles III divulgou uma nota apontando que a lei deve seguir seu curso e que a monarquia coopera com as autoridades. O Palacio de Buckingham não respondeu de imediato aos contatos. Andrew também enfrentou investigações recentes em outros desdobramentos legais.
O histórico de Andrew com Epstein é amplamente conhecido e já havia sido citado em reportagens anteriores. A imprensa britânica observa que o desfecho do caso pode depender de novas evidências ou depoimentos que surjam durante a investigação.
O afastamento de Andrew do Royal Lodge marca novo capítulo na relação dele com a Casa Real e com as instituições britânicas, em meio a investigações em curso que, se comprovadas, podem envolver penas severas.
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