- Agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos e policiais de Palm Beach mataram a tiros um homem armado que invadiu o perímetro de segurança do Mar-a-Lago, residência de Donald Trump, na Flórida.
- O incidente ocorreu na madrugada de domingo, por volta de uma hora e trinta minutos; o presidente e a primeira-dama estavam na Casa Branca, em Washington.
- O suspeito, branco, na faixa dos vinte anos, parecia portar uma espingarda e um galão de combustível; ele foi instruído a largar os itens, mas levantou a arma, levando os agentes a atirar.
- O FBI coleta evidências e analisa o histórico e a motivação do homem.
- Casos anteriores envolvendo a proteção a Trump: em setembro de dois mil e vinte e quatro, rifle foi encontrado no Trump International Golf Club; em julho de dois mil e vinte e quatro, Matthew Crooks atirou em Trump durante comício na Pensilvânia, deixando feridos e causando morte de outra pessoa.
Um homem armado foi morto a tiros após se aproximar do perímetro de segurança do Mar-a-Lago, residência de veraneio e clube social do presidente Donald Trump, na Flórida. Agentes do Serviço Secreto e policiais de Palm Beach conduziram a ação. A ocorrência ocorreu na madrugada de domingo, 22, no resort localizado em West Palm Beach.
Segundo a investigação inicial, o suspeito branco, na faixa dos 20 anos, invadiu a área por volta de 1h30. Ele parecia portar uma espingarda e um galão de combustível. Um policial e dois agentes do Serviço Secreto o abordaram, ordenando que largasse as armas e o galão. Ao resistir, o homem ergueu a arma, e foi disparado.
Apesar da intervenção, o FBI já abriu apurações para entender histórico e motivação do homem. A situação ocorreu quando o presidente e a primeira-dama estavam na Casa Branca, em Washington, D.C., segundo a cobertura da CNN. Não houve confirmação de feridos entre agentes.
Contexto de ataques anteriores
Em setembro de 2024, um agente encontrou um rifle camuflado em arbustos no Trump International Golf Club, em West Palm Beach. O suspeito, Ryan Routh, fugiu, foi capturado posteriormente e considerado culpado de tentativa de assassinato, recebendo prisão perputa.
Em julho de 2024, um atacante de 20 anos abriu fogo durante um comício em Butler, Pensilvânia, mirando Trump. O incidente deixou um morto e feridos, e o próprio agressor morreu no tiroteio; Trump foi atingido na orelha.
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