- Um tribunal na Índia decidiu não prosseguir com o julgamento contra o líder de oposição e ex-chefe do governo de Delhi, Arvind Kejriwal, em um caso de suposta corrupção relacionado a licenças de bebidas.
- O político foi preso em março de 2024 e liberado sob fiança seis meses depois, após o que renunciou ao cargo.
- O Partido do Aam Aadmi (AAP) afirmou que as acusações eram politicamente motivadas e visavam manchar a imagem de Kejriwal, antes das eleições nacionais e locais.
- A Central Bureau of Investigation (CBI) afirmou que vai recorrer da decisão, enquanto a Unidade de Endosso de Investigação (Enforcement Directorate) também investiga o caso.
- A decisão exonerou 22 pessoas, incluindo o ex-vice de Kejriwal, Manish Sisodia; o veredito completo ainda não foi publicado.
O tribunal indiano decidiu nesta sexta-feira não prosseguir com o julgamento de um caso de suposto corrupção envolvendo o líder da oposição e ex-chefe de governo de Delhi, Arvind Kejriwal. A decisão ocorreu no âmbito de uma ação iniciada pela Central Bureau of Investigation (CBI) sobre irregularidades na concessão de licenças de bebidas, sob uma política de 2022.
A CBI sustenta que a política de bebidas beneficiou varejistas privados, enquanto Kejriwal e seus aliados negam as acusações. O político foi preso em março de 2024 e, seis meses depois, deixou o cargo após ser liberado sob fiança.
O tribunal de Rouse Avenue, em Delhi, exonerou 22 outras pessoas envolvidas, incluindo o ex-vice-chefe de governo Manish Sisodia. A ordem completa do tribunal ainda não foi publicada.
A CBI informou que pretende recorrer da decisão, afirmando que vários aspectos da investigação não receberam devida consideração. A Enceda de Investigações sobre Crimes Econômicos (ED) também envolve o caso em apuração distinta.
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