- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) classificou como inaceitável a posição do governo Lula de condenar o ataque conjunto de EUA e Israel ao Irã.
- O Itamaraty afirmou que a negociação entre as partes é o único caminho viável para a paz e informou preocupação com os ataques.
- EUA e Israel realizaram um ataque coordenado contra o Irã; explosões ocorreram em Teerã e outras cidades, e o Irã respondeu com mísseis contra Israel e ataques a bases americanas no Oriente Médio.
- A ministra Gleisi Hoffmann (PT) rebateu Flávio, dizendo que ele não aprendeu com o repúdio nacional à traição à nação e acusando subserviência a Donald Trump.
- Flávio Bolsonaro sustentou que o Irã não é ator neutro no cenário internacional e que o Brasil não precisa se intrometer em conflitos regionais.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o posicionamento do governo Lula sobre o ataque conjunto dos EUA e de Israel ao Irã. Em publicação nas redes, ele classificou a postura do governo como inaceitável, afirmando que o Brasil se coloca do lado errado de um conflito grave.
O episódio ocorreu na manhã deste sábado, quando EUA e Israel acionaram ataques contra alvos no Irã. As explosões foram registradas em Teerã e em outras cidades. O Irã respondeu com ataques de mísseis contra Israel e bases americanas no Oriente Médio. O ministro de Relações Exteriores emitiu uma nota oficial.
Itamaraty reiterou que a negociação entre as partes é o único caminho viável para a paz, destacando preocupação com os ataques. Em nota, o governo brasileiro reforçou a posição de defesa do direito internacional e da diplomacia multilateral.
Flávio Bolsonaro sustentou que o Irã não é um ator neutro e disse que o Brasil não precisa se intrometer em conflitos regionais nem assumir protagonismo em disputas externas. O comentário veio à tona durante a semana de divulgação de posicionamentos da oposição.
Gleisi Hoffmann (PT), ministra da Secretaria de Relações Institucionais, rebateu as declarações. Em rede social, ela afirmou que o pré-candidato não aprendeu com o repúdio nacional à traição de sua família ao Brasil. Hoffmann criticou a postura de subserviência a potências estrangeiras.
A assessoria da atriz e ex-presidente disse que o Brasil tem se mantido firme na defesa do multilateralismo e do respeito ao direito internacional. O Itamaraty destacou que a diplomacia permanece como canal preferencial para reduzir tensões na região.
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