- Netanyahu afirma que há muitos indícios de que o aiatolá Ali Khamenei possa ter morrido em ataques conjuntos de Israel e dos Estados Unidos no Irã.
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- Ele disse que pela manhã foi destruído o complexo do tirano Khamenei e criticou o regime pelo terrorismo e pelo programa nuclear.
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- O primeiro-ministro afirmou que, há mais de trinta anos, Khamenei disseminou terrorismo, tornou o povo iraniano miserável e buscou eliminar o Estado de Israel.
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- Segundo Netanyahu, houve a eliminação de altos funcionários do regime, comandantes da Guarda Revolucionária e figuras importantes do programa nuclear, com planos de atingir milhares de outros alvos nos próximos dias.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste sábado (28) que há muitos indícios de que o aiatolá Ali Khamenei tenha sido morto em ataques conjuntos de Israel e dos EUA no Irã. A declaração foi veiculada em vídeo divulgado pela assessoria de imprensa do premiê. O fato, se comprovado, representaria uma mudança drástica no tabuleiro regional.
Netanyahu disse ainda ter destruído nesta manhã o complexo do líder supremo, acusando Khamenei de disseminar terrorismo global e de buscar a aniquilação de Israel ao longo de mais de três décadas. Segundo o premiê, milícias e áreas estratégicamente relevantes do regime foram afetadas por operações executadas na ocasião, com planos de ampliar ataques contra alvos do território iraniano.
O premiê afirmou que há sinais de que o tirano não existe mais e citou supostos impactos sobre altos funcionários da Guarda Revolucionária e do programa nuclear. Ele prometeu continuidade de ações contra o regime nos dias seguintes, sem detalhar fontes ou dados independentes que corroborem as alegações.
Repercussões e contexto
Analistas orientam que ainda não há confirmação externa sobre as informações apresentadas por Netanyahu, e destacam a necessidade de verificação por outras autoridades. A transmissão ocorreu em meio a tensões persistentes entre Israel e o Irã, com histórico de desdobramentos militares na região.
Especialistas ressaltam que, se confirmadas, as ações teriam consequências estratégicas para o equilíbrio regional, incluindo relações entre potências e alianças regionais. Ainda não há comunicação oficial de Teerã a respeito das alegações, que permanecem não verificada.
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