- O Departamento de Defesa dos EUA identificou quatro dos seis soldados americanos mortos no domingo, em ataque com drone à base dos EUA no Kuwait; nomes e idades: Capitão Cody Khork, 35; Sargento Nicole Amor, 39; Sargento Declan Coady, 20; Sargento Noah Tietjens, 42.
- A Guarda do Exército dos EUA afirmou que vai investigar o incidente.
- O ex-presidente Donald Trump afirmou que “provavelmente haverá mais” militares mortos antes que tudo termine.
- Desde sábado, forças dos EUA e de Israel realizaram ataques na região envolvendo o Irã; o Irã respondeu com mísseis contra Israel e alvos militares dos EUA no Golfo, no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos.
- O Departamento de Estado informou voos charter para retirar americanos de países como Arábia Saudita e Egito, tendo ajudado mais de 9.000 pessoas a deixar a região e recebendo cerca de 3.000 pedidos de retorno.
O Departamento de Defesa dos EUA identificou quatro dos seis soldados norte-americanos mortos no ataque com drone a uma base dos EUA no Kuwait, ocorrido no último domingo. O incidente gerou resposta de várias forças e elevou o nível de tensão na região. O ataque ocorreu durante uma escalada de hostilidades que envolveu o Irã e seus aliados.
Os nomes divulgados são: o Capitão Cody Khork, de 35 anos; a Sargento Nicole Amor, 39; a Sargento Declan Coady, 20; e a Sargento Noah Tietjens, 42. A baixa total ainda não foi totalmente confirmada pela Defesa. A investigação sobre o ocorrido será conduzida pela Reserva do Exército dos EUA.
Antes da divulgação, o governo americano indicou que a operação de Sunday envolveu ataques aéreos e ações de resposta coordenadas com aliados na região. As autoridades de defesa sinalizam que a violência possa se intensificar conforme os integrantes dos dois lados reagem aos recentes ataques. A situação continua sendo monitorada.
Contexto e desdobramentos
Na região, ataques recentes levaram a uma escalada, com ataques iranianos e contramedidas de Israel e de forças americanas. Dados oficiais apontam várias fatalidades em território iraniano e impactos em instalações civis e militares. As autoridades também anunciaram a abertura de voos charter para retirada de cidadãos americanos de países próximos.
O Departamento de Estado informou que milhares de pessoas já deixaram o Oriente Médio com apoio federal, e que opções de voos comerciais ainda estão disponíveis em alguns países. Em casos de indisponibilidade, o governo facilita deslocamentos para terceiros países, ampliando opções de saída para quem está na região.
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