- EUA e Israel continuam bombardando o Irã; o objetivo é destruir mísseis, drones e infraestrutura de produção, com possível duração de até oito semanas, segundo o governo americano, que também pode considerar armar grupos curdos e, em tese, enviar tropas terrestres.
- A força militar dos EUA informou queda de cerca de oitenta e seis por cento nos lançamentos de mísseis iranianos; um submarino americano afundou uma embarcação iraniana perto da costa sul da Sri Lanka, com pelo menos oitenta e sete mortos.
- Israel lançou nova onda de ataques contra Teerã e Beirute, afirmou ter atingido alvos ligados ao Irã, e houve o primeiro combate aéreo entre aeronaves com o F-35 abatendo um Yak-130 iraniano sobre Teerã.
- Reações regionais foram positivas para alguns aliados e críticas para outros: o Catar condenou os ataques iranianos aos estados do Golfo, enquanto a Turquia afirmou ter sido alvo de missil iraniano; a OTAN reiterou apoio aos aliados.
- Países europeus com atuação na região ajustaram ações: a França deslocou o porta-aviões Charles de Gaulle para o Mediterrâneo para proteger parceiros, e o Canadá pediu desescalada, citando divergências sobre o avanço americano e israelense.
O conflito entre EUA, Israel e Irã avança, com ações militares que reverberam do Golfo à Turquia. As ofensivas mostram intensidade crescente e implicações regionais complexas. O governo de Washington afirma manter pressão para neutralizar capacidades iranianas. Moscou e aliados observam com cautela.
As forças dos EUA e de Israel mantêm ataques aéreos e operações contra alvos considerados ligados ao programa de mísseis e à infraestrutura iraniana. Autoridades militares indicam que a ofensiva pode durar semanas e envolve ações terrestres e navais, além de ações cibernéticas.
O governo dos EUA afirma que o objetivo é destruir mísseis, drones, bases de produção e a marinha iraniana, além de interromper vias de acesso a armas nucleares. Em paralelo, o Departamento de Defesa reporta queda expressiva nos disparos de Teerã e novas ações no mar.
Israel intensificou bombardimentos em Teerã e Beirute, com foco em redes vinculadas ao Hezbollah, e relatou pela primeira vez combate aéreo com aeronave tripulada em quatro décadas. Um jato de ataque foi abatido sobre Teerã, segundo fontes militares.
O apoio regional a tais ações gerou respostas divergentes. O Qatar pediu contenção após contatos com Teerã, destacando histórico de cooperação para evitar escalada. O governo turco denunciou disparos que teriam atingido seu espaço aéreo, acionando defesas da OTAN.
NATO reiterou que não há planos de envolvimento direto, destacando apoio aos aliados que atuam junto aos EUA e a Israel. Em Paris, França deslocou o porta-aviões Charles de Gaulle para o Mediterrâneo para proteger interesses e cidadãos na região.
Reações de Canadá variam, com apelo à desescalada e críticas à ausência de consulta a organismos internacionais. Ottawa alerta para consequências humanitárias e ressalta a necessidade de maior coordenação entre aliados. As autoridades seguem avaliando próximos passos estratégicos.
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