- Irã poderia interromper o Estreito de Hormuz por meses com drones, mas a duração de um possível ataque com mísseis é menos clara.
- Desde ataques dos EUA e de Israel, o Irã teria lançado centenas de mísseis e mais de mil drones contra estados do Golfo aliados a Washington; grande parte foi interceptada, mas houve danos a infraestrutura e a bases militares.
- Teerã é grande fabricante de drones, com capacidade de produção de cerca de dez mil por mês; o tamanho do estoque de mísseis varia entre observadores, estimado entre dois mil e seis mil unidades.
- O fechamento do Estreito de Hormuz, uma rota crucial para o petróleo, já elevou os preços do Brent e do gás natural europeu.
- Uma possibilidade de prolongar o impacto seria o uso de minas marítimas, com estoque estimado entre cinco mil e seis mil; senão, a situação pode se arrastar por meses.
Iran pode manter ataques com drones contra o Estreito de Hormuz por meses, mas a duração de um eventual bombardeio de mísseis não é evidente, segundo fontes de inteligência e analistas militares.
Desde o ataque norte-americano e israelense a o Irã, o país lançou centenas de mísseis e mais de mil drones contra estados do Golfo aliados a Washington. A maior parte foi interceptada, porém houve danos a infraestruturas, bases militares e áreas residenciais.
A Teiquan é importante fabricante de drones e tem capacidade de produzir cerca de 10 mil unidades por mês, segundo o Centre for Information Resilience. O estoque de mísseis é estimado entre 2,5 mil e 6 mil, conforme diferentes analistas. A situação pode influenciar a continuidade do conflito.
Capacidade de drones
Teerã tem geração recente de drones Shahed-136 com alcance de 700 a 1.000 quilômetros, suficientes para atingir costas do Golfo a partir do território ou de embarcações, aponta o Washington Institute. Muitos são produzidos em plantas de uso duplo.
Riscos para a região
Drones iranianos chegaram a atingir centros de dados e instalações na região, incluindo aeroportos e hotéis. O Estreito de Hormuz, responsável pelo trânsito de cerca de um quinto do petróleo mundial, continua sob pressão.
Suprimentos de mísseis e desdobramentos
Especialistas apontam vulnerabilidades de suprimentos de mísseis, com possíveis reduções devido a ataques israelenses e norte-americanos. Se a escassez se agravar, o uso de minas marítimas poderia prolongar a interrupção por meses.
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