- A operação conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã começou no sábado e, segundo o Pentágono, já elevou a capacidade de força aérea e continua a se intensificar.
- O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, afirmou que o Irã “não pode durar mais” diante do poder militar norte‑americano e que a ofensiva está apenas começando.
- O chairman do Estado‑Maior Conjunto, Dan Caine, disse que a capacidade de mísseis balísticos do Irã caiu cerca de oitenta e seis por cento desde o início dos ataques e que a liderança do país está reduzida ou em esconderijos; a ofensiva deve avançar para dentro do território iraniano.
- Relatos indicam que já foram atingidos mais de dois mil alvos iranianos e destruídas mais de vinte embarcações; o tom é de que a operação está migrando de mísseis lançados à distância para bombardeios diretos no território.
- O conflito já deixou mais de mil civis mortos no Irã, incluindo crianças, segundo observadores de direitos humanos; houve também relatos de uma possível tragédia em uma escola bombardeada, que as autoridades norte‑americanas não detalham.
Pete Hegseth afirmou nesta quarta-feira que o regime iraniano está prestes a perder fôlego, enquanto a ofensiva militar entre EUA e Israel avança. Segundo ele, o espaço aéreo iraniano ficará sob controle americano em poucos dias. A operação começou no fim de semana.
Dan Caine, chefe do estado‑maior conjunto, acompanhou a coletiva ao lado de Hegseth. Os dois afirmaram que o ataque intensificou a força de fogo, comparando com operações anteriores na região e destacando avanços no domínio do espaço aéreo no sul do Irã.
Segundo os responsáveis, a ofensiva já reduziu em 86% a capacidade de mísseis balísticos do Irã desde o início dos confrontos. Também disseram que a marinha iraniana foi amplamente neutralizada e que lideranças do país estariam mortas, presas ou buscando abrigo.
Desdobramentos e vítimas
Hegseth mencionou que dezenas de alvos foram atingidos, com mais de 2 mil pontos de alvo em operação. Caine informou que o plano agora envolve avanços terrestres gradativos para interior do país.
Foram citadas baixas entre militares dos EUA na base de Kuwait, com quatro nomes anunciados em coletiva: Cody Khork, Nicole Amor, Declan Coady e Noah Tietjens. Outras informações sobre vítimas em Israel não foram detalhadas pela defesa.
Cenário humano e impactos
Relatos de organizações de direitos humanos indicam mais de 1 mil civis mortos no Irã, incluindo crianças, em ataques aéreos. Autoridades americanas não confirmaram todas as cifras e ressaltaram que as forças não visam civilian targets.
Caine ressaltou que o Irã tem enfrentado perdas na liderança e em capacidades, com interceptações regionais ocorrendo em várias frentes. Países vizinhos como Jordânia, Bahrein, Arábia Saudita, Emirados, Qatar e Kuwait atuam com defesas próprias.
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