- Donald Trump reuniu-se pela segunda vez com María Corina Machado na Casa Branca, com a participação de Marco Rubio e Susie Wiles.
- O encontro tratou, entre outros assuntos, da possível convocação de eleições na Venezuela, ainda sem definição, e Machado disse que voltará ao país em poucas semanas para assegurar uma transição democrática estável e uma nova vitória eleitoral.
- Segundo a Caracol Radio, Machado foi convocada para outra reunião dentro de duas ou três semanas.
- A primeira reunião entre Trump e Machado ocorreu em quinze de janeiro, quando ela entregou a medalha do Nobel de la Paz a Trump; o contexto incluiu ataques dos EUA à Venezuela e prisões de Nicolás Maduro e de Cilia Flores.
- Trump tem aproximado a relação com o governo interino de Delcy Rodríguez, e Machado deverá viajar a Chile para acompanhar a transmissão de mando nos dias onze e doze de março, além de participar de atos na Universidade do Desarrollo.
O presidente dos EUA, Donald Trump, recebeu pela segunda vez nesta semana a líder oposicionista venezuelana María Corina Machado na Casa Branca. O encontro ocorreu na sexta-feira e foi revelado pela Caracol Radio, citando fontes oficiais.
Participaram da reunião o secretário de Estado, Marco Rubio, e a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles. Entre os assuntos discutidos esteve a possível convocação de eleições na Venezuela, um cenário ainda sem definição.
Machado já havia sinalizado que retornaria ao país em poucas semanas para acompanhar uma transição democrática estável e preparar uma nova vitória eleitoral, segundo a própria dirigente.
A Caracol Radio informou que a líder oposicionista deve ser convocada para outra reunião dentro de duas a três semanas, ampliando o acompanhamento de sua estratégia política.
A presença de Machado ocorre em meio ao fortalecimento de relações entre os EUA e o governo venezuelano interino liderado por Delcy Rodríguez, que assumiu posição após tensões com Washington.
Rodríguez recebeu publicamente o reconhecimento de Washington por meio de mensagens oficiais, destacando o diálogo diplomático como caminho para dirimir divergências e buscar acordos.
Paralelamente, Machado confirmou planos de viajar a Chile para os atos de transmissão de mando presidencial nos dias 11 e 12 de março, a convite do presidente eleito José Antonio Kast.
Na agenda chilena, a exilada venezuelana participa da inauguração da Cátedra Sebastián Piñera na Universidade del Desarrollo, entre outras atividades públicas.
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