- O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, fez uma ameaça velada de eliminar o novo líder supremo do Irã durante a sua primeira coletiva desde o início da guerra.
- Netanyahu defendeu, na prática, a operação militar conjunta com os Estados Unidos contra o Irã, afirmando que Teerã não é mais o mesmo após quase duas semanas de ataques aéreos.
- O premiê disse que o Irã e a Guarda Revolucionária e a Basij sofreram golpes, mantendo o tom de endurecimento contra os rivais regionais.
- Ao mencionar o novo ayatollah Mojtaba Khamenei e o líder do Hezbollah, Naim Qassem, Netanyahu não detalhou ações específicas, dizendo que não iria expor planos.
- O líder israelense afirmou que conversa com o presidente dos EUA, Donald Trump, ocorre diariamente e de forma franca.
Benjamin Netanyahu fez uma ameaça velada a eliminar o novo líder supremo do Irã durante sua primeira entrevista coletiva desde o início da guerra, ao defender a ofensiva conjunta com os EUA contra o Irã. O anúncio ocorreu em Jerusalém, nesta quinta-feira.
O premiê disse que o Irã não é mais o mesmo após quase duas semanas de bombardeios aéreos norte-americanos e israelenses, e citou impactos sobre as Forças Quds e a Basij, milícia ligada ao regime. A agenda visava justificar a operação militar em curso.
Netanyahu afirmou ainda que continuará a pressionar o Hezbollah, após o grupo financiado pelo Irã ter aberto fogo em 2 de março para vingar a morte do líder iraniano no início do conflito. Em perguntas, ele não detalhou ações contra o novo Ayatollah ou o chefe do Hezbollah, preferindo não expor planos.
Ao ser questionado sobre possíveis ações contra o novo líder supremo do Irã, o premier evitou tratar de mensagens diretas ou de estratégias específicas. Ele também destacou que conversa diariamente com o presidente dos EUA, Donald Trump, e que as conversas são abertas.
Entre na conversa da comunidade