- O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a seleção iraniana é bem-vinda à Copa do Mundo de 2026, mas deveria ficar fora por segurança.
- O Irã seria responsável por duas partidas em Los Angeles em junho, contra Nova Zelândia e Bélgica, antes de enfrentar o Egito em Seattle.
- O ministro dos esportes do Irã afirmou que a seleção não participará da Copa de 2026 em decorrência dos ataques aéreos realizados pelos EUA e por Israel.
- O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo, foi morto no primeiro dia de ataques; Mojtaba Khamenei o substituiu.
- O Irã está no grupo G, com participação incerta após os ataques aéreos iniciados em 28 de fevereiro.
Donald Trump afirmou nesta quinta-feira que a seleção iraniana é bem-vinda à Copa do Mundo de 2026, mas que não deveria disputar o torneio por questões de segurança. A declaração foi feita nas redes sociais, sem indicar detalhes adicionais.
Segundo o que foi divulgado, o Irã deveria iniciar a participação na fase de grupos com duas partidas em Los Angeles, contra Nova Zelândia e Bélgica, seguidas de um confronto contra o Egito em Seattle, encerrando a rodada no grupo G.
Na quarta-feira, o ministro dos Esportes do Irã informou que a participação do país na Copa de 2026 não ocorrerá, citando ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos e por Israel. A informação também mencionou o assassinato do líder supremo iraniano no início dos ataques, levando Mojtaba Khamenei a sucedê-lo.
Contexto político e esportivo
Desde o início dos ataques na região, em 28 de fevereiro, a participação do Irã no torneio tem sido alvo de dúvidas, com impactos diplomáticos entre os países envolvidos e efeitos sobre o planejamento da equipe nacional.
O Irã está no grupo G da Copa do Mundo de 2026, e as informações sobre a continuidade de sua participação permanecem incertas, com decisões oficiais ainda não divulgadas pela federação iraniana ou pela organização do evento.
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