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Trump planeja ampliar detenção de famílias de migrantes em aeroporto Louisiana

Centro no aeroporto de Alexandria visa abrigar famílias e menores por até cinco dias antes da deportação, sob contrato com DHS e parceiros privados

The barracks building earmarked for conversation as a new facility to hold migrant families and unaccompanied minors next to Alexandria international airport.
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  • O governo Trump pretende ampliar a detenção de famílias migrantes em um complexo no aeroporto internacional de Alexandria, Louisiana, convertendo um também antigo quartel para abrigar grupos familiares e crianças não acompanhadas por três a cinco dias antes da deportação.
  • O centro seria operado pela linha de atuação sem fins lucrativos da LaSalle Foundation, em parceria com a Compass Connections, organização sem fins lucrativos de serviços infantis com base no Texas.
  • Os contratos de locação com o Departamento de Segurança Interna e empresas vinculadas devem ser assinados em breve, com funcionamento previsto em sessenta a noventa dias.
  • O local fica próximo a um centro de detenção para adultos administrado pela Geo Group; autoridades locais chamaram o projeto de “esforço humanitário”, enquanto críticos questionam se envolve de fato detenções sob outra forma.
  • A proposta prevê pagamento de mais de meio milhão de dólares por ano em aluguel, financiado por meio do One Big Beautiful Bill Act; ambientalistas observaram questões como amianto que precisariam ser resolvidas.

The governo dos Estados Unidos pretende ampliar a detenção de migrantes em um local controverso dentro de um aeroporto rural na Louisiana. O plano viseria abrigar famílias e crianças não acompanhadas em barracões convertidos, próximos à pista, para períodos curtos antes da deportação.

Segundo apresentação pública, o centro ficaria dentro do complexo do aeroporto internacional de Alexandria, com duração prevista de três a cinco dias por grupo. A implantação depende de contratos de locação com o DHS e de terceiros. A transferência seria rápida após a avaliação do status dos migrantes.

Autoridades locais confirmaram que a operação pode começar em 60 a 90 dias, sob um contrato de aluguel de cerca de US$ 535 mil por ano. A proposta envolve a gestão por uma extensão sem fins lucrativos de uma empresa privada de Correções, associada a Compass Connections, ONG de cuidado infantil com atuação anterior.

Detalhes do projeto

O espaço ficaria ao lado de um centro de detenção para adultos operado pela Geo Group, empresa privada, alvo de investigações recentes sobre condições e atendimento médico. A área incluiria instalações administrativas e mais 10 acres de terreno para apoio logístico.

Serviços de apoio seriam fornecidos pela Compass Connections, que promete oferecer assistência integral para migrantes durante a estadia. A avaliação ambiental identificou questões como amianto, que seriam tratadas antes do funcionamento.

Críticos sustentam que a nomenclatura voluntária para “autodeportação” pode mascarar uma detenção de fato, com preocupação de devido processo e acesso à counsel legal. Organizações de direitos lembram que há relatos de coerção em casos de assinatura de documentos.

Comissão local aprovou a proposta por ampla maioria, após ouvir representantes da administração do aeroporto. A decisão envolve também alterações urbanísticas e a continuidade de atividades relacionadas ao fluxo de deportação na região.

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