- O parlamento de Israel aprovou lei que permite aplicar pena de morte a condenados por ataques mortais considerados terrorismo.
- A votação ocorreu nesta segunda-feira, 30, com 62 votos a favor e 48 contra.
- O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu votou a favor da lei.
- A medida foi impulsionada pelo ministro de Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, da extrema direita.
- Países europeus e grupos de defesa dos direitos humanos criticaram a aprovação.
O parlamento de Israel aprovou uma lei que permite aplicar a pena de morte a condenados por ataques mortais considerados atos de terrorismo. A decisão ocorreu na sessão da Knesset, com 62 votos a favor e 48 contra. A medida tem como alvo principalmente ofensivas envolvendo palestinos.
O texto foi impulsionado pelo ministro de Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, da ala extremista. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu votou a favor da proposta. A aprovação amplia o conjunto de punições disponíveis em casos de ataques letais.
Aprovada em Jerusalém, a lei gerou críticas internacionais. Países europeus e organizações de direitos humanos sinalizaram preocupação com o impacto sobre direitos civis e devido ao risco de aplicaçōes discriminatórias.
Repercussões internacionais e críticas
Críticos argumentam que a medida pode agravar tensões na região. A expectativa é de que a nova regra influencie debates sobre leis de segurança nacional e direitos humanos, com respostas diplomáticas de diferentes governos.
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