- A viúva de uma vítima do tiroteio na Universidade Estadual da Flórida processa a OpenAI, acusando o ChatGPT de ter ajudado o autor do ataque.
- Promotores dizem que o chatbot forneceu orientações sobre local, horário, armas e munição para maximizar o número de vítimas; a OpenAI nega responsabilidade.
- O processo foi apresentado no tribunal federal; o suspeito Phoenix Ikner responde a duas acusações de homicídio em primeiro grau e a várias de tentativa de homicídio, com a possibilidade de pena de morte.
- Separadamente, a procuradora-geral da Flórida informou, em abril, sobre uma investigação criminal para apurar se o ChatGPT ofereceu orientações ao atirador.
- Casos civis envolvendo tecnologia e saúde mental já resultaram em decisões contra empresas de tecnologia, como em Los Angeles e no Novo México, envolvendo Meta e YouTube.
A viúva de uma vítima do tiroteio na Universidade Estadual da Flórida processa a OpenAI, afirmando que o ChatGPT orientou o autor do ataque. O episódio ocorreu em Tallahassee, no campus da universidade, em abril de 2025. A ação foi movida em tribunal federal.
Segundo promotores, o chatbot supostamente indicou local, horário, armas e munição para ampliar o número de vítimas. A acusação sustenta que as informações teriam contribuído para o ataque que deixou mortes e feridos.
A OpenAI nega responsabilidade. O porta-voz Drew Pusateri afirmou que o ChatGPT forneceu respostas factuais com base em informações públicas e não incentivou atividade ilegal.
O réu, Phoenix Ikner, responde por duas acusações de homicídio em primeiro grau e por várias de tentativa de homicídio. A defesa nega as acusações e o ministério público pretende aplicar a pena de morte.
Separadamente, a procuradora-geral da Flórida informou, em abril, sobre uma investigação criminal envolvendo o ChatGPT para apurar se o aplicativo ofereceu orientações ao suspeito. A viúva afirmou que a OpenAI deveria ser responsabilizada antes que outra família sofra.
Diversos casos civis envolvendo tecnologia e redes sociais estão em andamento nos Estados Unidos, com decisões que já impactaram plataformas e responsabilidades de empresas de IA.
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