- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que um acordo de paz com o Irã está “em grande parte negociado” após contatos com um mediador paquistanês, aliados do Golfo e Israel, sugerindo que o estreito de Hormuz seria aberto como parte do entendimento.
- A agência Fars, ligada ao Corpo de Guardas da Revolução Islâmica, disse que o estreito permaneceria sob controle do Irã e contestou a afirmação de Trump de que o acordo quase final já estava definido.
- Três altos funcionários iranianos disseram ao New York Times que o acordo poderia encerrar os combates no Irã e no Líbano e liberar até 25 bilhões de dólares em ativos iranianos congelados no exterior, com um acordo nuclear a ser negociado em 30 a 60 dias.
- A cobertura segue em desenvolvimento, com a expectativa de atualizações conforme os desdobramentos evoluam.
Donald Trump afirmou que um acordo de paz com o Irã foi “em grande parte negociado” após ligações com um mediador paquistanês, aliados do Golfo e Israel. A declaração aponta para o possível fim da guerra iniciada pelos EUA e Israel em fevereiro.
Segundo a declaração, os aspectos finais e detalhes de um Memorando de Entendimento ainda estão em discussão, com anúncio próximo, mas a abertura do estreito de Hormuz seria parte do acordo. A notícia surge em meio a tensões contínuas na região.
A agência iraniana Fars, ligada ao Corpo das Guardas Revolucionárias, afirmou que o estreito continuaria sob controle do Irã e que a afirmação de Trump sobre o acordo quase finalizado não condiz com a realidade.
Três altos funcionários iranianos disseram ao New York Times que o acordo poderia pôr fim aos combates no Irã e no Líbano, além de abrir até 25 bilhões de dólares em ativos iranianos congelados no exterior. Também sinalizaram que um acordo nuclear seria negociado em 30 a 60 dias.
As informações chegam em meio a relatos de mediação e de possíveis salvaguardas econômicas, com aguardo de desdobramentos oficiais. A reportagem acompanha as evoluções conforme ocorrerem novas afirmações de autoridades envolvidas.
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