- Celso Amorim afirmou que equiparar o crime organizado ao terrorismo não ajuda.
- A declaração ocorreu durante o 14º Encontro Internacional de Altos Funcionários Responsáveis, em Moscou.
- O Itamaraty ainda não se manifestou oficialmente sobre a possível designação.
- A medida dos EUA classificando o PCC e o CV como Organizações Terroristas Estrangeiras foi anunciada pouco antes.
- Amorim disse que o crime organizado é uma séria ameaça à segurança e que o governo Lula atua para desmantelar redes criminosas, aumentando penas e fortalecendo cooperação com autoridades locais.
Horas antes de o governo dos Estados Unidos classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como Organizações Terroristas Estrangeiras, Celso Amorim se posicionou sobre o tema. O assessor especial da Presidência falou no 14º Encontro Internacional de Altos Funcionários Responsáveis, ocorrido em Moscou.
Para ele, equiparar o crime organizado ao terrorismo não é uma solução eficaz. O dirigente afirmou que é essencial compreender as motivações por trás das ações criminosas para fortalecer o combate. Ele destacou que o crescimento do crime organizado representa uma séria ameaça à segurança, mas que o governo brasileiro atua para desmantelar as redes criminosas.
Segundo Amorim, as ações do governo Lula incluem aumento de penas e cooperação estreita com autoridades locais para reforçar capacidades de combate. No entanto, o Itamaraty ainda não se manifestou oficialmente sobre a medida anunciada pelos Estados Unidos, que classificaria PCC e CV como organizações terroristas.
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