O deputado português de extrema direita Miguel Arruda foi acusado de roubo de bagagem em diversos aeroportos e expulso de seu partido, o Chega. A polícia o interrogou no aeroporto de Lisboa na terça-feira, 21 de janeiro, e encontrou malas desaparecidas em sua residência. Arruda, de 40 anos, nega as acusações e decidiu permanecer na […]
O deputado português de extrema direita Miguel Arruda foi acusado de roubo de bagagem em diversos aeroportos e expulso de seu partido, o Chega. A polícia o interrogou no aeroporto de Lisboa na terça-feira, 21 de janeiro, e encontrou malas desaparecidas em sua residência. Arruda, de 40 anos, nega as acusações e decidiu permanecer na Assembleia como independente, solicitando o uso de sua imunidade parlamentar.
Durante uma sessão parlamentar na sexta-feira, 24 de janeiro, membros do Chega vaiaram Arruda, que foi orientado pelo presidente da Assembleia, José Pedro Aguiar-Branco, a se sentar no fundo da Câmara, onde ficam os legisladores não filiados. A polícia possui imagens de câmeras que supostamente mostram o deputado retirando malas da esteira e colocando-as em sua própria bagagem.
Arruda defendeu-se alegando que as imagens poderiam ter sido manipuladas por inteligência artificial. A Procuradoria-Geral confirmou que medidas estão sendo tomadas como parte da investigação, mas ressaltou que os fatos não têm relação com suas funções oficiais. Além disso, há relatos de que Arruda estaria vendendo objetos encontrados nas malas em uma plataforma online de itens usados.
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