Pablo Marçal (PRTB) criticou Jair Bolsonaro (PL) em entrevista à CNN, afirmando que o ex-presidente “só considera candidato quem é parente dele” para a eleição presidencial de 2026. As declarações surgem após Bolsonaro cogitar indicar sua esposa, Michelle, e seus filhos, Flávio e Eduardo, como possíveis sucessores. Marçal, que se posiciona como pré-candidato, rebateu a […]
Pablo Marçal (PRTB) criticou Jair Bolsonaro (PL) em entrevista à CNN, afirmando que o ex-presidente “só considera candidato quem é parente dele” para a eleição presidencial de 2026. As declarações surgem após Bolsonaro cogitar indicar sua esposa, Michelle, e seus filhos, Flávio e Eduardo, como possíveis sucessores. Marçal, que se posiciona como pré-candidato, rebateu a afirmação de Bolsonaro de que ele é “carta fora do baralho”, questionando a relevância do ex-mandatário no cenário atual.
Os ataques entre Marçal e a família Bolsonaro se intensificaram, especialmente após Carlos Bolsonaro (PL) acusar o influenciador de tentar destruir a imagem do pai. Carlos se referiu a Marçal como “Farçal” e o criticou por suas tentativas de promoção política, especialmente após a divulgação de um vídeo em que Marçal aparece com Donald Trump. O vereador defendeu que Marçal mente ao afirmar apoio a Jair Bolsonaro, enquanto tenta se promover.
A relação entre Marçal e a família Bolsonaro é marcada por desentendimentos desde 2022, quando o influenciador teve sua candidatura à presidência barrada. Apesar de ter apoiado Bolsonaro anteriormente, Marçal mudou seu discurso após a anulação de sua chapa, buscando aproximação com o ex-presidente. Durante as eleições municipais de 2024, ele se apresentou como próximo de Jair, mas foi criticado por Carlos e Eduardo Bolsonaro por suas ações consideradas oportunistas.
Recentemente, Carlos Bolsonaro também fez críticas ao vídeo de Marçal com Trump, insinuando que a divulgação não foi casual e que há uma intenção por trás disso. Marçal, por sua vez, optou por não responder diretamente às provocações de Carlos, afirmando que preferia poupá-lo de uma resposta. A troca de farpas entre os dois reflete as divisões internas da direita brasileira, que já se prepara para a corrida presidencial de 2026.
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