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Irmão de Débora Michels clama por justiça após um ano da morte da personal trainer

- Débora Michels, personal trainer, foi encontrada morta em janeiro de 2024. - Alexsandro Alves Gunsch, ex-companheiro, está preso desde o crime. - Em agosto de 2024, Gunsch foi acusado de feminicídio qualificado. - O julgamento aguarda manifestação da defesa para definição da data. - Família de Débora clama por justiça e conclusão rápida do processo.

O caso de Débora Michels, uma personal trainer de 30 anos, continua a impactar sua família um ano após sua morte. Ela foi encontrada sem vida em frente à casa dos pais, em Montenegro, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no dia 26 de janeiro de 2024. O principal suspeito é seu ex-companheiro, Alexsandro Alves […]

O caso de Débora Michels, uma personal trainer de 30 anos, continua a impactar sua família um ano após sua morte. Ela foi encontrada sem vida em frente à casa dos pais, em Montenegro, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no dia 26 de janeiro de 2024. O principal suspeito é seu ex-companheiro, Alexsandro Alves Gunsch, de 48 anos, que está preso preventivamente desde 28 de janeiro do ano passado. A defesa de Gunsch aguarda a designação do júri, enquanto a família de Débora clama por uma conclusão rápida do processo.

A 1ª Vara Criminal de Montenegro decidiu que Gunsch será julgado por feminicídio qualificado, com base em acusações de motivo torpe e uso de asfixia. O crime teria ocorrido na residência do casal, motivado pela insatisfação do réu com o término do relacionamento. A denúncia do Ministério Público afirma que Gunsch agiu de forma premeditada, levantando Débora até que ela desfalecesse, antes de abandonar seu corpo em frente à casa dos pais dela, enrolado em um cobertor.

O processo ainda está em tramitação no 1º grau de jurisdição, aguardando a manifestação da defesa para que a data do julgamento seja marcada. A advogada de Gunsch, Daniela Schneider Couto, informou que o caso está em fase de produção de provas. O irmão de Débora, Alex Rodrigo Michels, expressou a dor da família, que deseja que o processo avance rapidamente, enquanto o pai da vítima, Davi Rodrigues da Silva, relatou a conversa que teve com Gunsch após a separação, sem perceber sinais de violência.

Débora, que atuava na área de Educação Física desde 2011, tinha um perfil voltado para dicas de exercícios nas redes sociais. Sua morte chocou a comunidade e levantou questões sobre a violência doméstica, com a família enfatizando a necessidade de justiça. O caso segue em andamento, com a expectativa de que o julgamento ocorra em breve.

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