Está agendada para amanhã a audiência de instrução na Justiça do Trabalho do Rio, referente a um processo em que Ednaldo Rodrigues é acusado de assédio moral. O valor da causa é de R$ 4,75 milhões, incluindo horas extras, desvio de função e diferenças salariais. O autor da ação, Piero Coelho, ex-coordenador administrativo da CBF, […]
Está agendada para amanhã a audiência de instrução na Justiça do Trabalho do Rio, referente a um processo em que Ednaldo Rodrigues é acusado de assédio moral. O valor da causa é de R$ 4,75 milhões, incluindo horas extras, desvio de função e diferenças salariais. O autor da ação, Piero Coelho, ex-coordenador administrativo da CBF, alega que os episódios de assédio começaram em 2022, após ser incentivado por Ednaldo a prestar um concurso da Conmebol para aumentar sua renda.
Coelho afirma que, mesmo trabalhando remotamente, enfrentava descontos em seu salário, sendo constantemente acionado por Ednaldo, enquanto outros colegas se ausentavam sem penalidades. Durante as eleições internas, a situação se agravou, com o ex-coordenador sendo acusado de vazar um e-mail sigiloso e ter seus equipamentos revistados. Ele também relata ter sido injustamente acusado de favorecer federações estaduais diante de sua equipe.
O ex-coordenador descreve pressões psicológicas e a falta de um ambiente de trabalho saudável, mencionando que, apesar de exercer funções de chefia, Ednaldo contratou uma assessora com salário superior ao seu. Coelho ainda relata episódios de assédio, como a acusação de desvio de materiais e a exigência de comprovar sua doença com um atestado médico enviado por e-mail.
Após sua demissão em junho do ano passado, Coelho narra que enfrentou férias compulsórias, durante as quais teve seu acesso ao computador bloqueado e e-mails excluídos, situação que não foi regularizada ao seu retorno. A audiência de amanhã será crucial para o andamento do caso e as alegações apresentadas por Coelho.
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