Simone Tebet, ministra do Planejamento, mantém uma rotina dinâmica em seu gabinete, onde a organização do espaço é projetada para otimizar seu tempo e aumentar o número de reuniões. Enquanto discute com o secretariado, a próxima reunião já está sendo preparada ao lado, permitindo que ela transite entre os ambientes conforme a necessidade. Reuniões técnicas […]
Simone Tebet, ministra do Planejamento, mantém uma rotina dinâmica em seu gabinete, onde a organização do espaço é projetada para otimizar seu tempo e aumentar o número de reuniões. Enquanto discute com o secretariado, a próxima reunião já está sendo preparada ao lado, permitindo que ela transite entre os ambientes conforme a necessidade. Reuniões técnicas ocorrem em uma sala ampla com vista para o Congresso, enquanto debates mais delicados são realizados em um sofá reservado, que Tebet descreve como o “sofá das lamentações”.
Nos últimos seis meses, O GLOBO tem explorado a rotina de autoridades em Brasília, resultando em uma série de vídeos que mostram os gabinetes de figuras como o ministro Gilmar Mendes e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Tebet, ao lado de Haddad, enfrenta o desafio de ajustar as contas da União, uma tarefa que considera extremamente difícil. Ela menciona que a pauta do ministério é complexa, exigindo cortes orçamentários e a comunicação de restrições financeiras.
O espaço de trabalho de Tebet, que anteriormente pertencia à Secretaria de Desestatização, mantém um quadro de Burle Marx e agora conta com dois mapas que refletem suas prioridades em integração sul-americana. A ministra também oferece chás aos visitantes, recusando o café, uma escolha que ela faz para criar um ambiente mais descontraído. Além disso, uma coleção de bonecas que a representam em diferentes momentos, recebidas após sua campanha presidencial, adorna seu gabinete.
Tebet, que foi adversária de Lula nas eleições de 2022, afirma que trabalhar com ele tem sido um aprendizado, apesar das diferenças em suas visões econômicas. Ela se sente confortável na Esplanada dos Ministérios e não sente falta do Congresso, respondendo com risos quando questionada sobre isso. A ministra, que tem uma trajetória política significativa, incluindo sua atuação na CPI da Covid, parece plenamente integrada ao novo ambiente de trabalho.
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