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Policial que assassinou dirigente petista será julgado na próxima semana em Foz do Iguaçu

- Jorge Guaranho, ex-policial penal, matou Marcelo Arruda em julho de 2022. - O júri popular ocorrerá em 11 de fevereiro de 2024, por homicídio qualificado. - Movimentos sociais planejam protestos por justiça e contra a violência política. - Arruda foi assassinado durante sua festa de aniversário, com tema Lula. - Guaranho está em prisão domiciliar, decisão contestada pela família de Arruda.

Jorge Guaranho, ex-policial penal, será julgado em júri popular no dia 11 de fevereiro por ter assassinado o dirigente petista e guarda municipal Marcelo Arruda em julho de 2022 em Foz do Iguaçu, Paraná. O julgamento, que durará três dias, ocorre em meio a protestos organizados por movimentos sociais, conforme anunciado por Marcio Kieller, presidente […]

Jorge Guaranho, ex-policial penal, será julgado em júri popular no dia 11 de fevereiro por ter assassinado o dirigente petista e guarda municipal Marcelo Arruda em julho de 2022 em Foz do Iguaçu, Paraná. O julgamento, que durará três dias, ocorre em meio a protestos organizados por movimentos sociais, conforme anunciado por Marcio Kieller, presidente da CUT Paraná. Ele afirmou: “Pediremos por Justiça. É evidente que, sim, pelo Marcelo Arruda. Contudo, é uma vida que não volta mais e a punição, neste caso, é para que a violência política seja banida do País.”

O crime aconteceu durante a festa de aniversário de 50 anos de Arruda, que tinha como tema o então candidato à presidência Lula (PT). Guaranho, ao passar em frente ao local, gritou frases de apoio a Bolsonaro e provocou Arruda, resultando em uma discussão. Após retornar, ele disparou contra a vítima, que foi socorrida, mas não sobreviveu aos ferimentos. Arruda deixou quatro filhos, incluindo um bebê de apenas 40 dias.

Em setembro de 2024, o Tribunal de Justiça do Paraná concedeu a Guaranho prisão domiciliar com monitoramento eletrônico, alegando que o local de detenção não oferecia as condições necessárias. A decisão foi contestada pela família de Arruda, que argumentou que Guaranho não deveria ter permissão para conviver em sociedade, dada a gravidade do crime cometido.

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