A Justiça da Argentina designou a juíza María Servini para investigar o escândalo de criptomoedas envolvendo o presidente Javier Milei, acusado de promover a $LIBRA, uma moeda virtual que resultou em perdas superiores a US$ 4 bilhões para investidores. A denúncia foi feita pelo economista Claudio Lozano, que alegou que Milei participou de uma “associação […]
A Justiça da Argentina designou a juíza María Servini para investigar o escândalo de criptomoedas envolvendo o presidente Javier Milei, acusado de promover a $LIBRA, uma moeda virtual que resultou em perdas superiores a US$ 4 bilhões para investidores. A denúncia foi feita pelo economista Claudio Lozano, que alegou que Milei participou de uma “associação ilícita” e cometeu uma “mega fraude”, afetando dezenas de milhares de pessoas. A acusação inclui pedidos de intervenção e perícia na plataforma X (Twitter) para preservar conteúdos da conta do presidente.
Milei promoveu a criptomoeda em sua conta no X, onde afirmou que o objetivo era “incentivar o crescimento da economia”. Após a valorização inicial da moeda, surgiram suspeitas de que se tratava de um golpe, levando o presidente a interromper a divulgação do projeto, alegando não ter conhecimento dos detalhes. O gabinete de Milei tentou se desvincular da situação, anunciando a intervenção imediata da Secretaria de Anticorrupção para investigar o caso.
Enquanto isso, líderes europeus se reuniram em Paris para discutir uma estratégia unificada sobre a Ucrânia, em meio a preocupações com a postura dos EUA e possíveis negociações diretas entre Washington e Moscou. O encontro foi convocado após indícios de que o governo Trump poderia buscar um acordo de paz sem a participação europeia ou ucraniana. Reino Unido e Suécia manifestaram disposição para enviar tropas de paz, mas a ideia enfrenta resistência, especialmente da Espanha.
Além disso, a emigração de brasileiros altamente qualificados para os EUA atingiu níveis recordes em 2024, com um aumento de 58% na emissão de vistos EB-1 e EB-2 em comparação ao ano anterior. Muitos buscam melhores oportunidades de carreira e qualidade de vida, embora o processo para obtenção desses vistos seja rigoroso e custe cerca de US$ 30 mil. Essa “fuga de cérebros” intensifica a pressão sobre o Brasil, resultando na perda de talentos e na redução da produção científica.
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