Na manhã de terça-feira, 17 de janeiro de 2024, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) iniciou a operação ‘Fato Oculto’, visando investigar a tentativa de assassinato do ex-prefeito de Taboão da Serra, José Aprígio, ocorrida em outubro do ano passado. A operação inclui o cumprimento de dez mandados de busca e apreensão e dois […]
Na manhã de terça-feira, 17 de janeiro de 2024, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) iniciou a operação ‘Fato Oculto’, visando investigar a tentativa de assassinato do ex-prefeito de Taboão da Serra, José Aprígio, ocorrida em outubro do ano passado. A operação inclui o cumprimento de dez mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária, com foco em três ex-secretários da gestão de Aprígio.
Os mandados estão sendo executados nas residências dos ex-secretários, entre eles Ricardo Rezende e Valdemar Aprígio, irmão do ex-prefeito, que foram presos preventivamente. As investigações indicam que a tentativa de homicídio pode ter sido forjada com o intuito de beneficiar Aprígio nas eleições municipais de 2023, nas quais ele foi derrotado no segundo turno por Daniel Bugalho (União Brasil).
Após o atentado, que resultou em um disparo no ombro de Aprígio enquanto ele visitava áreas afetadas por chuvas, o ex-prefeito recebeu apoio de diversas figuras políticas, incluindo o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). No entanto, as novas evidências levantadas pela investigação sugerem que o ataque foi encenado, com a descoberta de um carro carbonizado na região do Rodoanel, supostamente utilizado no crime.
A defesa de Aprígio, representada pelo ex-secretário Allan Mohamed, expressou surpresa com os desdobramentos da operação, afirmando que não esperavam tal evolução no caso. A situação continua a ser investigada, com o MP-SP buscando esclarecer todos os detalhes envolvidos na tentativa de homicídio.
Entre na conversa da comunidade