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Sakamoto analisa: regulação das redes é motivada por interesses financeiros das Big Techs

- O ministro Alexandre de Moraes criticou Big Techs por minarem a democracia. - Leonardo Sakamoto destacou que a oposição à regulação é estratégia financeira. - Moraes deu prazo para a Rumble se regularizar, visando a responsabilidade legal. - Bolsonaro se mantém firme em sua posição política, sem alternativas para 2026. - Tarcísio de Freitas e Eduardo Bolsonaro são cogitados como possíveis sucessores.

O colunista Leonardo Sakamoto comentou no UOL News que a crítica à regulação das plataformas digitais se tornou uma estratégia financeira para as Big Techs, especialmente após a ascensão de Donald Trump ao poder. Segundo Sakamoto, as empresas de tecnologia se uniram a Trump, que se posicionou contra a regulação, buscando minimizar custos relacionados à […]

O colunista Leonardo Sakamoto comentou no UOL News que a crítica à regulação das plataformas digitais se tornou uma estratégia financeira para as Big Techs, especialmente após a ascensão de Donald Trump ao poder. Segundo Sakamoto, as empresas de tecnologia se uniram a Trump, que se posicionou contra a regulação, buscando minimizar custos relacionados à moderação de conteúdo em um cenário global complexo. Ele destacou que a regulação ativa exige investimentos significativos, e as plataformas preferem agir reativamente.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), também se manifestou sobre o tema, afirmando que as redes sociais estão sendo usadas para “corroer” a democracia. Durante uma aula na Universidade de São Paulo (USP), Moraes criticou a falta de responsabilidade das plataformas, que, segundo ele, sob a justificativa de liberdade de expressão, acabam prejudicando a democracia.

Recentemente, Moraes deu um prazo de 48 horas para a plataforma Rumble indicar um representante legal no Brasil, após a manutenção de um canal de Allan dos Santos, que está foragido nos Estados Unidos. Dois dias depois, o ministro determinou a suspensão imediata da rede social no país, evidenciando sua postura firme em relação à regulação das plataformas.

Em outro contexto, o colunista Josias de Souza analisou a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que se considera o único candidato viável para as eleições de 2026, apesar de sua inelegibilidade até 2030. Ele afirmou que Bolsonaro não admite um plano B, pois isso diminuiria sua relevância política. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o tornou inelegível por oito anos devido a declarações infundadas sobre o sistema eleitoral durante uma reunião com embaixadores em 2022.

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