Mais de 100 funcionários da Inteligência Nacional dos EUA foram demitidos por utilizarem um bate-papo seguro do governo para conversas consideradas “obscenas, pornográficas e sexualmente explícitas”. A informação foi divulgada pela diretora do setor, Tulsi Gabbard, durante uma entrevista à Fox News na noite de terça-feira, 25 de dezembro. Os funcionários criaram grupos na plataforma […]
Mais de 100 funcionários da Inteligência Nacional dos EUA foram demitidos por utilizarem um bate-papo seguro do governo para conversas consideradas “obscenas, pornográficas e sexualmente explícitas”. A informação foi divulgada pela diretora do setor, Tulsi Gabbard, durante uma entrevista à Fox News na noite de terça-feira, 25 de dezembro. Os funcionários criaram grupos na plataforma Intelink, da Agência de Segurança Nacional, que é destinada ao compartilhamento de informações sensíveis.
Gabbard enviou um memorando interno solicitando a identificação e demissão dos envolvidos nas “salas de bate-papo obscenas”. Ela qualificou o uso da ferramenta como uma “violação flagrante de confiança” e afirmou que tal comportamento contraria “as regras e padrões básicos de profissionalismo”. Em uma postagem no X, Gabbard mencionou que os grupos foram encerrados após uma ordem executiva de Donald Trump que visava acabar com iniciativas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI).
Os funcionários demitidos terão suas autorizações de segurança revogadas e o processo de demissão deve ser concluído até o final da semana, conforme informou a porta-voz do Departamento de Inteligência Nacional, Alexa Henning, ao New York Post. Embora as demissões tenham sido anunciadas, ainda não está claro quantas pessoas foram afetadas em todo o setor de Inteligência dos EUA, e o processo foi temporariamente suspenso devido a uma ação judicial que questiona a legalidade da mudança.
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