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Senador Carlos Portinho celebra Oscar de ‘Ainda estou aqui’ e destaca união cultural do Brasil

- O filme "Ainda Estou Aqui" venceu o primeiro Oscar brasileiro, gerando reações. - O senador Carlos Portinho celebrou a vitória, defendendo a cultura como política de Estado. - Sua publicação na rede X gerou debates sobre a politicização da arte no Brasil. - O ex-presidente Jair Bolsonaro não assistiu ao filme e criticou a gestão de Salles. - Crítica do Los Angeles Times elogia o filme, destacando sua relevância pós-Bolsonaro.

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Em uma postura distinta da maioria dos colegas de partido, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) celebrou a conquista do primeiro Oscar brasileiro pelo filme “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, durante a madrugada desta segunda-feira. Em sua publicação na rede X, Portinho destacou que “O Brasil é um só” e que a premiação deve ser […]

Em uma postura distinta da maioria dos colegas de partido, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) celebrou a conquista do primeiro Oscar brasileiro pelo filme “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, durante a madrugada desta segunda-feira. Em sua publicação na rede X, Portinho destacou que “O Brasil é um só” e que a premiação deve ser comemorada. Ele também mencionou ter proposto uma emenda para a redução de impostos no setor cultural, ressaltando que a cultura é uma “política de Estado” que não deve ser monopolizada por grupos políticos.

A mensagem do senador gerou reações diversas nas redes sociais, com alguns usuários considerando a vitória uma “vitória do Brasil”, enquanto outros criticaram a politização do filme, citando a atriz Fernanda Torres, que posou com o presidente Lula. Na semana anterior, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi questionado sobre o filme em uma entrevista e afirmou não ter assistido, alegando falta de tempo. Ele também respondeu a uma declaração de Salles, que afirmou que o filme não foi produzido sob sua gestão, defendendo que não houve perseguições durante seu governo.

O Los Angeles Times publicou uma crítica positiva ao filme, destacando que sua ascensão ocorreu após o governo de Bolsonaro. A crítica, assinada por Carlos Aguilar, elogiou a direção de Salles, afirmando que o filme aborda temas delicados com seriedade, enfatizando a humanidade em vez da brutalidade. O longa é considerado o de maior bilheteira do Brasil desde o início da pandemia, refletindo a recepção positiva tanto no país quanto no exterior.

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