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PIB brasileiro cresce 3,4% em 2024 enquanto defesas de acusados por golpe são apresentadas no STF

- O Brasil cresceu 3,4% no PIB em 2024, mas desacelerou no último trimestre. - Jair Bolsonaro e outros 33 acusados apresentaram defesas ao STF, negando acusações. - O ministro Alexandre de Moraes pediu manifestação da PGR até 14 de fevereiro. - Sérgio Moro questiona a falta de provas ligando ataques de 8 de janeiro ao golpe. - Defesa de Bolsonaro critica investigação e pede julgamento no plenário do STF.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, em 7 de fevereiro de 2024, que o Brasil registrou um crescimento de 3,4% no Produto Interno Bruto (PIB), o maior índice desde 2021. Entretanto, o último trimestre apresentou uma desaceleração, com um aumento de apenas 0,2% entre outubro e dezembro, indicando uma tendência de arrefecimento […]

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, em 7 de fevereiro de 2024, que o Brasil registrou um crescimento de 3,4% no Produto Interno Bruto (PIB), o maior índice desde 2021. Entretanto, o último trimestre apresentou uma desaceleração, com um aumento de apenas 0,2% entre outubro e dezembro, indicando uma tendência de arrefecimento no crescimento econômico, conforme já previsto por especialistas.

No âmbito político, o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros acusados de tentativa de golpe de Estado apresentaram suas defesas ao Supremo Tribunal Federal (STF) na noite de 6 de fevereiro. A defesa de Bolsonaro, que pediu julgamento pelo plenário, criticou a atuação do ministro Alexandre de Moraes e apontou nulidades na investigação. O general Braga Netto e o almirante Garnier têm até a meia-noite de 7 de fevereiro para se manifestar.

O ministro Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre as defesas apresentadas, com prazo até 14 de fevereiro. A PGR denunciou Bolsonaro e mais 32 pessoas por participação em uma trama golpista após as eleições de 2022, acusando-os de crimes como organização criminosa armada e golpe de Estado. As defesas negaram as acusações e alegaram cerceamento do direito de defesa, citando dificuldades de acesso a provas.

O senador Sérgio Moro questionou a falta de provas que conectem os ataques de 8 de janeiro ao plano golpista, afirmando que não vê evidências suficientes para tal relação. Ele defendeu que o julgamento de Bolsonaro ocorra em primeira instância, alegando que isso garantiria maior imparcialidade. Moro também comentou sobre a possibilidade de anistia aos condenados do 8 de janeiro e as recentes anulações de condenações da Operação Lava Jato, destacando a expectativa para as próximas eleições.

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