Após uma intensa troca de críticas em eventos em Minas Gerais, o governador Romeu Zema (Novo) voltou a atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante seu discurso, Lula afirmou que o Brasil regrediu entre 2016 e 2023, período em que o PT deixou a presidência. Zema ironizou a fala de Lula, lembrando […]
Após uma intensa troca de críticas em eventos em Minas Gerais, o governador Romeu Zema (Novo) voltou a atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante seu discurso, Lula afirmou que o Brasil regrediu entre 2016 e 2023, período em que o PT deixou a presidência. Zema ironizou a fala de Lula, lembrando que em 2016 o país enfrentava uma severa recessão e questionou se o presidente havia “mudado de partido”, referindo-se aos mandatos de Dilma Rousseff.
Zema também criticou o crescimento do PIB, que foi de 3,4%, afirmando que ocorre “via anabolizante”, ou seja, não de forma saudável. Ele destacou que, apesar do crescimento, a inflação e a taxa de juros estão em alta, e acusou o governo federal de transferir responsabilidades para os governadores, buscando um “bode expiatório” para seus erros.
O presidente Lula, por sua vez, desafiou Zema a explicar os investimentos feitos por Jair Bolsonaro (PL) em Minas Gerais durante seu governo. Lula afirmou ter orgulho de tratar Zema com respeito, independentemente de suas afiliações partidárias, e destacou que nunca houve tantos investimentos federais como em sua gestão.
Zema também rebateu críticas do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), sobre a Companhia Elétrica de Minas Gerais (Cemig). Silveira insinuou um desmonte da empresa, mas Zema defendeu sua gestão, afirmando que a Cemig está em expansão, com a construção de 300 novas subestações, e acusou a administração anterior de sucatear a companhia. O governador classificou as críticas de Silveira como “desconectadas da realidade”.
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