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Advogado descreve casa de Maradona como ‘pocilga’ e imprópria para internação

- O advogado Fernando Burlando descreveu a casa de Maradona como uma "pocilga". - O local era um salão de jogos adaptado, sem condições adequadas para cuidados. - Imagens impactantes de Maradona em sua cama foram apresentadas no julgamento. - Sete médicos são acusados de homicídio simples por negligência no tratamento. - O julgamento deve durar meses, com 120 testemunhas a serem ouvidas.

Durante o julgamento de sete médicos acusados pela morte de Diego Armando Maradona, o advogado Fernando Burlando, que representa Dalma e Gianinna Maradona, descreveu a casa onde o jogador passou suas últimas semanas como uma “pocilga” e inadequada para sua internação. A declaração foi feita no Terceiro Juizado Penal de San Isidro, em Buenos Aires. […]

Durante o julgamento de sete médicos acusados pela morte de Diego Armando Maradona, o advogado Fernando Burlando, que representa Dalma e Gianinna Maradona, descreveu a casa onde o jogador passou suas últimas semanas como uma “pocilga” e inadequada para sua internação. A declaração foi feita no Terceiro Juizado Penal de San Isidro, em Buenos Aires. Maradona viveu entre 11 e 25 de novembro de 2020 em um salão de jogos adaptado, devido à sua mobilidade reduzida após uma cirurgia na cabeça.

Burlando destacou que o local era impróprio para o cuidado do atleta, mencionando que o banheiro tinha menos de um metro de largura e que era impossível ouvir qualquer queixa de Maradona enquanto ele estava lá. O advogado pediu que o estado do local fosse descrito, enfatizando as condições precárias em que o ídolo estava. Durante o julgamento, uma foto de Maradona em sua cama no dia de sua morte foi apresentada, mostrando seu estado de saúde deteriorado.

Os sete profissionais de saúde enfrentam acusações de “homicídio simples cometido mediante dolo eventual” e, se condenados, podem pegar de oito a 25 anos de prisão. Maradona faleceu em 25 de novembro de 2020, devido a um edema pulmonar resultante de insuficiência cardíaca. O julgamento deve durar meses, com cerca de 120 testemunhas, incluindo familiares e médicos, sendo ouvidas até julho.

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