O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), um dos principais defensores da anistia aos condenados pelo 8 de janeiro, não compareceu ao ato com Jair Bolsonaro em Copacabana, no Rio de Janeiro. Apesar de ter seu nome incluído na lista de autoridades confirmadas para o evento, Gayer não se apresentou e não respondeu sobre sua ausência. […]
O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), um dos principais defensores da anistia aos condenados pelo 8 de janeiro, não compareceu ao ato com Jair Bolsonaro em Copacabana, no Rio de Janeiro. Apesar de ter seu nome incluído na lista de autoridades confirmadas para o evento, Gayer não se apresentou e não respondeu sobre sua ausência. O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), informou que o deputado estava em luto pela morte da mãe de uma assessora e amiga.
Nos últimos dias, Gayer enfrentou uma crise no Congresso após fazer postagens com ataques à ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Ele utilizou uma declaração misógina do presidente Lula, que mencionou escolher uma “mulher bonita” para melhorar a articulação do governo, para criticar a petista. Em uma postagem que foi posteriormente apagada, Gayer insinuou um possível “trisal” entre Gleisi, Lindbergh Farias e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Alcolumbre, por sua vez, anunciou que tomará medidas legais contra Gayer e o acionará no Conselho de Ética da Câmara. O presidente da Câmara, Hugo Motta, também contatou Gayer para expressar sua desaprovação em relação às postagens. A situação gerou repercussão negativa e intensificou a crise enfrentada pelo deputado no cenário político atual.
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