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Cineasta é preso por desviar US$ 11 milhões da Netflix para luxos e criptomoedas

- Carl Erik Rinsch foi preso por desvio de $ 11 milhões da Netflix. - O diretor investiu o dinheiro em criptomoedas e luxos, como carros. - A Netflix pagou $ 44 milhões por uma série chamada White Horse. - Rinsch transferiu $ 11 milhões para conta pessoal e perdeu metade. - Ele gastou $ 10 milhões em despesas pessoais e $ 1 milhão em advogados.

O roteirista e diretor Carl Erik Rinsch foi detido na terça-feira, 18 de abril de 2024, sob a acusação de ter desviado 11 milhões de dólares da Netflix. Ele é suspeito de captar esse valor para a produção de uma série de ficção científica que nunca foi lançada, utilizando o dinheiro em investimentos em criptomoedas […]

O roteirista e diretor Carl Erik Rinsch foi detido na terça-feira, 18 de abril de 2024, sob a acusação de ter desviado 11 milhões de dólares da Netflix. Ele é suspeito de captar esse valor para a produção de uma série de ficção científica que nunca foi lançada, utilizando o dinheiro em investimentos em criptomoedas e em compras luxuosas, como uma frota de Rolls-Royces e uma Ferrari.

De acordo com informações da agência de notícias AP, Rinsch, conhecido por dirigir o filme 47 Ronin, enfrenta acusações de fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. Os promotores afirmam que a Netflix inicialmente pagou 44 milhões de dólares por um projeto chamado White Horse, mas Rinsch solicitou mais 11 milhões para finalizar a produção, que nunca ocorreu.

Em vez de concluir a série, o diretor teria transferido o valor adicional para uma conta pessoal, perdendo metade desse montante em investimentos malsucedidos em um curto período. O restante do dinheiro foi supostamente aplicado no mercado de criptomoedas, com os lucros sendo transferidos para sua conta bancária pessoal.

Além disso, a acusação revela que Rinsch gastou cerca de 10 milhões de dólares em despesas pessoais e itens de luxo, além de 1 milhão de dólares em honorários advocatícios para processar a Netflix em busca de mais recursos financeiros. As autoridades continuam a investigar o caso, que levanta questões sobre a responsabilidade na gestão de recursos em produções audiovisuais.

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