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Senador Rogério Marinho elogia André Mendonça por voto isolado contra ministros do STF

STF rejeita pedidos de impedimento de ministros, e Rogério Marinho critica decisão, clamando por maior imparcialidade no Judiciário.

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição ao governo Lula no Senado, expressou sua indignação após o STF rejeitar, nesta quinta-feira, os pedidos de impedimento feitos pelas defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro e do general Walter Braga Netto contra os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin. Esses ministros estão envolvidos em […]

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição ao governo Lula no Senado, expressou sua indignação após o STF rejeitar, nesta quinta-feira, os pedidos de impedimento feitos pelas defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro e do general Walter Braga Netto contra os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin. Esses ministros estão envolvidos em um julgamento que apura denúncias de golpe de estado e outros crimes, envolvendo 32 pessoas.

Marinho elogiou o voto do ministro André Mendonça, que foi o único a reconhecer o impedimento de Moraes e Dino, mas não mencionou Kassio Nunes Marques, que também votou contra os pedidos de impedimento. O senador argumentou que a decisão do STF “fragiliza a confiança da sociedade na Justiça” e que a corte perdeu uma oportunidade crucial de reforçar os princípios da imparcialidade e do devido processo legal, fundamentais para o Estado Democrático de Direito.

Em sua nota, Marinho destacou que a decisão do STF deveria ter reconhecido o impedimento, independentemente das convicções pessoais dos ministros sobre sua isenção. Ele citou a famosa máxima: “À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta”, enfatizando a importância da percepção pública sobre a integridade do Judiciário.

Por fim, o senador reiterou que o Brasil precisa restaurar a confiança na imparcialidade do Poder Judiciário para assegurar o funcionamento pleno da democracia. Ele ressaltou a posição firme de Mendonça, que apontou o impedimento de Moraes por ser supostamente uma vítima na ação, e de Dino, que enfrenta uma ação penal contra Bolsonaro.

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